A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

02
Set 11

Os mais dos “novos-ricos”, que são os futebolistas vedetas e, alguns, que até nem pareciam, mas são, continuam convencidos que, pelo facto de terem jeitinho p’rá bola e, por via disso, terem atingido uma capacidade financeira completamente inconsequente com a crise nacional e global, podem fazer aquilo que muito bem querem e que, na seleção de todos nós, têm lugares cativos com toda a sobranceria que o poder do dinheiro lhes dá.

 

Se não estou em erro, costumam ser convocados para cada jogo da Seleção, 22 ou 23 jogadores. Ora, se só podem estar 11 em campo, os outros 11 ou 12 ficam no banco e, ao longo do jogo, podem ou não vir a jogar. O que leva um destes 23 a julgar-se tão superior a ponto de bater com a porta quando percebe que não vai jogar de início?

 

A não haver outras razões, a atitude é condenável sobre todos os aspetos devendo o futebolista, nesta conformidade, ser penalizado com vigor.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:10

25
Mar 11

De Carlos Queiroz já se sabia que viria discurso e respostas aos jornalistas visando os seus detratores. Já o mesmo não se pode dizer relativamente a um atleta no ativo e que também foi selecionado do ex-selecionador. Pepe não se deve referir a assuntos completamente alheios à sua condição de jogador e ainda por cima quando a seleção está concentrada.

 

O ex-selecionador não tem papas-na-língua e, como é seu hábito, acaba por falar muito mais do que a conta. Mas, ainda assim, tem uma grande margem de tolerância porque, tudo o que lhe fizeram merece castigo e, com certeza, não é isso que vai acontecer, acabará por ficar assim mesmo. Se o seu tempo tinha chegado ao fim, despediam-no e assumiam as responsabilidades, mais nada!

 

O Tribunal Arbitral do Desporto deu razão a Carlos Queiroz e repôs a capacidade profissional do Professor. Não era difícil acreditar neste desfecho. Só se lamenta que este Tribunal não tenha poder para punir a outra parte.

 

A punição, a toda a estrutura do futebol português, traduz-se pela não eleição de Gilberto Madail para a Comissão executiva da UEFA. Parece pouco mas não é. Ficamos completamente de fora do “gabinete” que gere o futebol na Europa e com muito peso na FIFA. Há muitos anos que não estávamos tão em baixo em termos de influência nas instâncias internacionais do futebol.

 

Tudo por causa de uns “meninos” caprichosos que pensam podem mandar no País, como mandam no seu quintal. E agora, como é que ficam?

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:36

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