A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

03
Jun 10

Com o comando da TV na mão, entre as 21h30 e as 22h00, costumo passar pela SIC - Notícias para ver se me agrada o frente-a-frente.

 

Hoje, os convidados de Mário Crespo eram a Helena Roseta e a Deputada do CDS Teresa Caeiro.

 

Pelo que percebi, atropelando o alinhamento antes acordado, o tema dominante foi o Serviço Nacional de Saúde e Segurança Social (Pensões), a propósito duma notícia de primeira página do jornal “altamente credível” Correio da Manhã.

 

As posições, das duas intervenientes estavam bem definidas desde o início. Helena Roseta na defesa do Serviço Nacional de Saúde e da actual Segurança Social que resultou da última reforma de 2006, e a Teresa Caeiro crítica do sistema como está e batendo-se pela repartição com os privados, proposto aliás, durante o Governo de Santana Lopes pelo ex-ministro Bagão Félix.

 

Estaria tudo certo, se o “suposto” moderador não tomasse como seus, os argumentos da deputada do CDS e ainda acrescentando outros mais concludentes.

 

Ou seja, a Helena Roseta sentou-se para debater com Teresa Caeiro do CDS e levou o tempo quase todo do “frente-a-frente”, a contra-argumentar com o Mário Crespo até o chamar à atenção para isso mesmo.

 

Para ser bom profissional não basta puxar dos galões, é preciso demonstrá-lo todos os dias!

 

SBF

publicado por voltadoduche às 23:17

03
Fev 10

 

No tempo da ditadura, a quem fazia vida a ouvir conversas particulares das mesas do lado, nos cafés e restaurantes, chamávamos “bufos”. Ouviam, e iam rapidamente contar ao agente de ligação da pide o que os suspeitos conversavam e mais o que inventava.
Há hábitos que não descolam com facilidade!
Não é fácil acreditar, que o Primeiro-Ministro deste País, neste tempo, tenha reservado um almoço para resolver “o problema” , que, neste caso, é jornalista e se chama Mário Crespo.
Importante, este Mário ah!
Dando mesmo de “barato” que os colegas de Governo falaram (menos bem) de MC, onde é que está o problema? Ou, só ele (MC), e o seu entrevistado preferido (MC2), é que podem falar (mal) do governo, do Primeiro-Ministro, dos Ministros, dos deputados (alguns)?
Como é que, “com três ou quatro palavras apenas,” completamente descontextualizadas e alegadamente proferidas ao longo dum almoço particular, escutadas por pessoas não identificadas e alheias ao dito almoço, podem servir de notícia transmitida e retransmitida vezes sem conta?
Acho que o MC deu um tiro no pé!
Ah! A crónica que o MC mandou para o JN de facto não era “opinião”, era a sua defesa pessoal, pressupondo naturalmente, ter havido um “ataque” naquela mesa de restaurante.  
CLICAR E LER SOBRE MÁRIO CRESPO (MC) E MEDINA CARREIRA (MC2)
SBF
publicado por voltadoduche às 01:38

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