A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

28
Mai 11

As ações dos movimentos independentes que se têm manifestado em permanência, em várias cidades europeias, têm tido uma cobertura mediática contida.

 

A comunicação social, com destaque para as televisões, bem arrumadinha neste mundo controlado pelos grandes grupos, também olha com desconfiança para estes movimentos. Para os poderes instalados, esta é a verdadeira ameaça do “status quo”.

 

O M15 de Espanha está a crescer de dia para dia e, perante as dificuldades crescentes na sociedade espanhola é de crer que o crescimento continue.

 

As correntes partidárias deste tempo deixaram-se corromper e têm cada vez menos espaço para se purificarem e conquistarem as novas gerações.

 

Em Lisboa, também se estalou no Rossio uma manifestação permanente com os mesmos propósitos do que se vê em Madrid ou Barcelona.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:52

22
Mai 11

As eleições regionais e autárquicas realizadas hoje em Espanha tiveram uma abstenção superior a 50%. A fraca adesão é demonstrativo do desânimo que corre pelos nossos vizinhos tal como acontece em Portugal. Muito provavelmente, a taxa de abstenção das próximas legislativas a 5 de Junho, não vai ser menor que a dos espanhóis.

 

A outra notícia interessante que nos chega de Madrid é que a mobilização iniciada pelo Movimento 15 de Maio que, tudo leva a crer, vai manter-se por mais uma semana. Embora formalmente ilegais, as concentrações têm-se mantido sem qualquer tipo de repressão. Os manifestantes exigem mudanças institucionais no sistema político em Espanha e protestam pela degradação das condições de vida e pela ausência de medidas que contrariem as elevadas taxas de desemprego.

 

Esta organização conhecida por M15 é dinamizada por gente muito jovem e, pelo que se diz, encaixa noutros movimentos que vão aparecendo em vários países europeus como, em Portugal, a nossa “geração à rasca”.

 

Tanto os partidos políticos existentes como as estruturas sindicais clássicas deixaram de dar resposta às necessidades dos jovens que saem qualificados das Universidades e, perante as dificuldades, aguçam o engenho e, eles próprios, organizam-se autonomamente. É uma nova realidade para que os poderes instituídos nos vários países da Europa não estavam preparados e, muito provavelmente, não vão ter tempo de arranjar defesas.

 

Por isso cuidem-se!

 

As “gerações à rasca” estão aí e a mexer!

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 21:59

12
Mar 11

A expectativa antes e a certeza depois, encheram algumas artérias de Lisboa, Porto e outras cidades do País. O movimento da “Geração à rasca”, iniciado através do facebook, reuniu em Lisboa uma multidão entre 200 a 300 mil pessoas.

 

A genuína humildade dos promotores, a conseguida ausência de referências partidárias em cartazes e na maior parte das respostas aos repórteres de serviço, dão um acrescido valor ao protesto por todo o País.

 

Enquanto a nossa classe política se entretêm nas lutas mesquinhas de alecrim e manjerona, os jovens e toda a classe trabalhadora, sentem na pele os resultados de governações enfeudadas aos interesses duma hipócrita (de)União?? Europeia.

 

Silvestre Félix

 

 

publicado por voltadoduche às 19:19

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