A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

22
Dez 11

Os 21% da EDP deviam continuar a ser portugueses. Estamos a vender os últimos anéis porque a Troika diz que tem de ser.

 

Na inevitabilidade da alienação, e havendo pretendentes brasileiros, preferia-os, a quaisquer outros. As minhas razões são afetivas, históricas, culturais e de uma desejada estratégia de parceria com o mundo da Lusofonia.

 

A escolha da empresa chinesa arruma com as pretensões dos alemães que se preparavam para continuar a dominar no seu quintal. É bom que não estejamos completamente na mão dos nossos “parceiros” (??) europeus.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:20

25
Ago 11

Mais uma “Golden Share” eliminada.

 

O Estado português deixou de ter qualquer poder na EDP. Este setor estratégico nacional está agora à mercê do desregulado poder do dinheiro.

 

Os alemães e franceses estão à espreita e podem muito bem vir por aí abaixo à “babuja” da privatização que eles próprios, na sua pele de diretório, criaram.

 

Oxalá os brasileiros da “Eletrobras” se antecipem e dêem sentido à “economia da Lusofonia”. Tem tudo a ver, até porque a EDP tem grande implantação no Brasil.

 

E assim se estão a ir os anéis…vamos ver até quando conseguimos aguentar os dedos…

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:55

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