A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

28
Dez 11

Impressiona como se consegue manipular uma sociedade de maneira a que esta interiorize o culto da personalidade duma forma tão extrema como o é, na Coreia do Norte.

 

O facto de se tratar duma ditadura que controla a população nos seus mais ínfimos pormenores, ativando os sofisticados meios de repressão sempre que qualquer “perigo” de liberdade se manifeste, não justifica, só por si, as manifestações de “demência coletiva” a que assistimos pela televisão. Como se não bastasse a mobilização encenada do povo carpindo a morte do Kim …, ainda noticiam a tristeza da montanha sobranceira a Pyongyang e o choro das andorinhas pelo desaparecimento terreno do “querido líder”.

 

Os norte-coreanos não têm acesso autónomo a qualquer notícia do exterior.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:33

27
Nov 10

A fronteira marítima, entre a Coreia do Sul e a do Norte, traçada pelas Nações Unidas em 1953, nunca foi reconhecida pelas autoridades de Pyongyang. Para além de todo o resto, este fato, tem sido motivo para que as escaramuças se tenham sucedido ao longo destes 57 anos.

 

Independentemente das razões que cada parte reivindica, e de nenhuma delas justificar o uso da força, parece-me de manifesto descuido, ou provocação intentada, que os militares Sul-Coreanos e Americanos decidam, mais uma vez, efetuar exercícios navais no Mar Amarelo.

 

Esperemos que os “descuidos” não tenham um preço demasiado alto.

 

SBF

publicado por voltadoduche às 17:01

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