A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

14
Out 10

 

A toda a hora nos cruzamos com outros, que, como se tivessem na cara grandes óculos escuros como aquele que nunca os tira, e que agora diz a toda a hora na rádio e nos mais variados eventos com ou sem televisão, “vamos fazer o que ainda não foi feito”, e, dizem, ser bom músico, mas de cantoria, nem para encantar uma princesa desencantada – mas, dizia eu – todos andam “azamboados”.

 

As pessoas andam sem caminho, sem chão, sem rumo. Os olhares cada vez mais fixos no “nada”.

 

A incerteza abateu-se sobre as suas cabeças e pesa toneladas de desalento e desespero!

 

No patamar dominante, os políticos, brincam às “continhas”, aos “orçamento (zinhos)”, deixando as suas reformas blindadas – certas ao fim de 12 anos de cargo político eleito – bem quietinhas. Pois claro, toca a todos, sejam deputados alinhados ou da oposição, do governo, das autarquias, das regiões.

 

O melhor (para eles) é nunca falar disso, mas que é escandaloso, é!

 

SBF

(Gravura: Zé Povinho de Rafael Bordalo Pinheiro)

publicado por voltadoduche às 19:11

04
Out 10

 

 

Já todos estamos fartos do vosso paleio!

 

Hoje é sobre a entrevista de PC ao diário económico. Ninguém vos quer ouvir mais! Um dia, Sócrates, no dia a seguir Passos Coelho. Toda a gente já percebeu que temos de “levar com a ripa”, com ou sem impostos e com ou sem redução de ordenados.

 

Já entendemos, porque não somos estúpidos, que o orçamento apresentado pelo Governo tem de ser aprovado. Se não for, o País não só bate no fundo, como vamos todos na enxurrada.

 

Por muitas razões que o PSD apresente, quem está no Governo, pelo menos por enquanto e seguramente até Julho de 2011, é o PS e o primeiro-ministro José Sócrates. Sendo assim, pode o Passos botar os discursos contra o orçamento, que quiser, que ninguém o ouve! Ontem mesmo ouvi o Prof. MRS dizer, mais uma vez, que “o PSD não tem que negociar nem concordar com o orçamento, basta que se abstenha!” É de fato assim e, se o declarasse já, os portugueses e os “mercados” ficariam mais calmos e mais confiantes.

 

SBF

publicado por voltadoduche às 15:37

07
Jan 10

Parece que o bom senso conseguiu vencer a sede de protagonismo de alguns políticos da nossa praça.
Começa a sentir-se o peso da responsabilidade, e, contra a vontade de muitos, os entendimentos para uma aprovação maioritária e credível, do Orçamento Geral do Estado para 2010, são uma realidade de aplaudir.
Como País, e para cada um de nós, interessa que se instale a confiança, e que o orçamento dê garantias à comunidade internacional que as contas públicas estão controladas e que no final do ano o deficit e o endividamento estejam mais baixos.
É claro que também convém não sermos ingénuos, tudo isto é negociado e os “preços de tabela” não são baixos, mas a mim que me importa? Não me interessa nada que umas coisas passem pela direita e outras pela esquerda, desde que os portugueses sejam os principais beneficiados.
Estão condenados a entenderem-se! E é isso que nós queremos.
SBF
(Foto: Wikipédia)
publicado por voltadoduche às 01:14

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