A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

14
Dez 11

A RTP1 passou esta noite um documentário sobre Nelson Mandela.

 

Neste tempo conturbado em que prevalece o egoísmo e em que vence a lógica especuladora de “entidades” sem rosto, é retemperador convivermos, mesmo que seja pelas imagens e som saídos da TV, com esta “Personalidade Maior” da humanidade.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:38

13
Dez 11

O que foi bem feito e é bom, mesmo que tenha o nosso adversário a fazê-lo, não deve ser ignorado nem eliminado.

 

As energias renováveis e o sucesso de um grande (chamado) “cluster – elétrico”, foram bandeiras do anterior Governo com provados ganhos para a economia do País. Dava tanta “bandeira” que às vezes até chateava. O Primeiro-Ministro de então, chegou a auto-transportar-se em veículo elétrico para alguns eventos urbanos e, nesta matéria, fizeram um bom trabalho reconhecido dentro e fora de Portugal.

 

O que é facto, e é isso que interessa, desde Junho deixamos de ouvir falar no mérito das energias renováveis e no dito “cluster – elétrico”. Era desígnio do Governo PS e, como tal (digo eu), não interessava dar-lhe grande importância.

 

Este, como outros que não vêm agora ao caso, foi e é um erro de palmatória e, a primeira prova está aí;

 

A suspensão da fábrica de baterias da NISSAN com todos os prejuízos inerentes.

 

Onde está o Álvaro que veio do outro lado do mundo?

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:48

12
Dez 11

PP Coelho diz; «que ainda há margem para subir mais as taxas moderadoras».

 

Há alturas da vida em que todos podemos ser acometidos de transtornos na “mioleira” levando-nos a praticar os mais disparatados atos ou a dizermos impropérios que não lembra nem ao “diabo”.

 

Será que ao Primeiro-Ministro terá acontecido alguma destas coisas?

 

De “moderadoras” as taxas já não têm nada, ou melhor; têm…têm!

 

Os novos preços vão “moderar” mas é pela razão inversa pela qual foram criadas há uns anos. Muitos milhares de portugueses, utentes do Serviço Nacional de Saúde (que a Constituição continua a garantir que deverá ser tendencialmente gratuito), vão deixar de poder ir às consultas, de fazer exames ou até de recorrer a uma urgência, não pelo exagero na utilização da gratuitidade do SNS mas, antes, por não terem possibilidades de pagar os novos preços das ditas taxas.

     

Quem nos quiser fazer crer do contrário, está completamente descontextualizado e precisa de reformatar o “disco”!

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:49
tags: , ,

06
Dez 11

No que respeita ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), provocando a degradação da qualidade dos cuidados de saúde dos portugueses, o Estado economicista vai “faturar” de duas maneiras:

 

- Aumento para o dobro das chamadas Taxas Moderadoras.

 

- Como muitos milhares de portugueses deixarão de poder pagar as Taxas, a redução no atendimento vai resultar na diminuição dos custos de funcionamento.

 

O grande anúncio de que são muitos mais os isentos porque passam a sê-lo por insuficiência económica, é um treta. O limite para não pagar de seiscentos e tal euros por agregado familiar, deixa de fora, ou seja, obriga a que paguem, uma enorme faixa de portugueses pobres.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:04
tags: , ,

05
Dez 11

Muito se tem falado nos últimos dias do carro de 86 mil euros que transporta o ministro da Solidariedade e Segurança Social. A demagogia, por regra, tem sempre dois sentidos e, neste caso, não foge porque a questão não está neste ou naquele ministro, neste ou naquele governo.

 

Não está certo que, demagogicamente, se mostre um comportamento austero mesmo quando a situação não o justifica ou se ostente a riqueza quando, à volta, se “respira” pobreza.

 

Os “extremos tocam-se” e “no meio é que está a virtude”.

Também se sabe que a frota automóvel usada pelo Estado é, nestes tempos, na sua quase totalidade, alugada a empresas especializadas com contratos a correr e firmados por anteriores governos. Não está em causa a opção por este tipo de solução, a questão é a forma como se aplica. Na situação em que o País está, não é possível que os BMW’s e AUDI’s de topo de gama continuem a transportar por todo o lado os nossos governantes, e afins. A gama deve ser alterada para baixo.

 

O que importa destacar é a forma como se aplicam diferentes “pesos e medidas” para fins idênticos. A redução da despesa também deve incidir neste tipo de equipamento. Mesmo alugados, carros de 20 ou 30 mil euros fazem o mesmo efeito que outros mais caros e, com certeza, a fatura do aluguer baixa consideravelmente.

  

Se eu andasse por aí a pregar austeridade, teria grandes problemas de consciência em usar, mesmo sendo alugado, uma viatura de 70 ou 80 mil euros. Não sendo obrigado a utilizá-lo, decerto exigiria que me arranjassem outro carro mais em conta.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:40
tags: ,

04
Dez 11

É claro que a Troika não faz ideia do que é uma Freguesia, o que custa ao OE e que funções desempenha. A eliminação de Freguesias pretendida pelo Governo serve assim, para, utilizando o “elo mais fraco”, mostrar trabalho no que respeita ao compromisso do “memorando” sobre a reforma do Poder Local.

 

Há muito que o País precisa duma verdadeira reforma administrativa de braço dado com a tão falada, e em nome da qual já se fez um referendo nacional – Regionalização.

 

O território nacional é composto por um emaranhado de divisões, sendo a maior parte com órgãos de titulares nomeados, à exceção dos concelhos e freguesias que são eleitos, disputando os mais variados poderes que muitas vezes se sobrepõem: Regiões dos Açores e da Madeira, Províncias, distritos, comissões de coordenação regional (CCR’s), grande área metropolitana (GAM), comunidade urbana (ComUrb), comunidade intermunicipal (Cominter), concelhos e freguesias, para já não falar nas (NUTS), abreviatura duma designação em Francês para fins estatísticos da UE e que também corresponde a determinada divisão do território.

 

Neste contexto, a eliminação de freguesias não adianta nem atrasa (antes pelo contrário). Pode justificar-se em situações pontuais como é o caso de Lisboa mas, a opção de “régua e esquadro”, é um disparate. Os pressupostos enunciados no “livro verde” não conseguem padronizar eventuais necessidades de ajustes. Por isso, quando se pretende aplicar no terreno, partindo dos lindos quadros do “livro verde”,não dá a bota com a perdigota”.

 

Com certeza que a intenção do Ministro Relvas não é provocar “riso” a quem o ouve, quando refere a eliminação de freguesias como; “reforma da Administração Local”.

 

A maneira como foi recebido no congresso da ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias) mostra bem da enrascada em que o Governo se meteu. Portugal precisa duma verdadeira reforma da “Administração Local”. É preciso muita coragem para enfrentar os “barões” instalados mas, se as coisas forem bem feitas, o Governo terá o apoio das populações.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:17

01
Dez 11

Não é por causa da argumentação dos assumidos monárquicos e, ou, republicanos, que acho a intenção de acabar com alguns feriados, “desculpa de mau pagador!”

 

Não é verdade que, no panorama europeu, sejamos os “campeões” dos feriados. Estamos na média e, em qualquer dos casos, não é por feriado a menos ou feriado a mais que passamos a ser competitivos.

 

É suposto o feriado comemorar um acontecimento naquele preciso dia. Não é aceitável, a pretexto da salvação da nossa economia, que se pretenda, aberrantemente, festejar um dado momento histórico em dia diverso daquele em que aconteceu, mesmo que os alemães ou outros que tais o façam.

 

O que é escandaloso e devia acabar são as célebres pontes. O fenómeno acontece fundamentalmente na função pública. Os trabalhadores do Estado ou equiparados têm “mil e uma maneira” de materializar as ditas pontes. São as “tolerâncias de ponto”, são os dias de férias a bochechos, são o “artigo não sei quantos”, etc., etc.

 

Sob pena de fortes penalizações, não devia ser permitido usar os tais truques para faltar ao trabalho nos dias entre o feriado e o fim-de-semana. Tem, por exemplo, um feriado à Quinta-Feira. Muito bem, goza o feriado e, no dia seguinte, vai trabalhar. Ponto Final!

 

Para quê, desgastarmo-nos com problemas que NÃO são?

 

O Álvaro da economia tem acertado pouco…

    

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:27

Dezembro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
17

18
23
24

25
26
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO