A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

17
Nov 09

Já não me consigo imaginar, a entrar num restaurante, numa pastelaria, ou até num simples elevador, e ser engolido por aquela nuvem de fumo de tabaco que fazia parte de todas as nossas vidas.
Naqueles meses anteriores à entrada em vigor da lei anti-tabaco, via com dificuldade a sua eficácia, e até admitia uma curta duração da mesma. O facto é que entrou em vigor, mantêm-se, e é completamente irreversível. Mesmo alguns fumadores, acreditam nos méritos da legislação e conseguiram adquirir novos hábitos de respeito pelos que não fumam.
Como qualquer outra dependência, o organismo têm a tendência para aumentar o consumo e, inicia depressa o processo de destruição. Não falta provar nada – O tabaco é responsável por muitas das doenças que nos atacam e, em muitos casos fatais: Cancro do pulmão que é o mais frequente, mas também noutros órgãos vitais, enfarte do miocárdio, AVC’s, etc., etc.
Sei do que falo porque fui fumador durante muitos anos, e, em família, ainda tenho fumadoras activas, que, como acontece com tanta gente, não conseguem seguir o meu exemplo.
Sem tabaco, o ambiente é mais puro e o ser humano é mais saudável!
SBF
(Gravura: Wikipédia)
publicado por voltadoduche às 17:07
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16
Nov 09

 

 
Para além do indicado em cima, a acrescentar ainda:
 
21 de Novembro - Aquiraz
 
22; 23 e 24 de Novembro - S. Paulo
Entretanto, é notícia também, o lançamento de mais um álbum do grupo no próximo dia 1 de Dezembro com o título: Natal e Janeiras.
 
 
Muitas felicidades para a digressão por terras brasileiras, e, se algum seguidor deste blogue, assistir ao espectáculo, ficamos todos à espera que relate aqui a experiência.
SBF
(Algumas dicas do site: As Farpas da Abrunheira)
 

 

publicado por voltadoduche às 10:59
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15
Nov 09

 

A angustiante passagem do dia, a hesitação da meteorologia, chove… não chove… o coração nas mãos como se a chuva se transformasse em pedregulhos. A força de reacção vai diminuindo, o corpo pesa mais, os pés demoram mais tempo a caminhar, tudo é mais difícil porque nada nem ninguém facilita, só complicam!
SBF
publicado por voltadoduche às 01:52
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Água na Lua e petróleo em Portugal. Notícias para alegrar o espírito, que bem precisamos.
De investigação em investigação, agora é a vez do Magalhães. Parece que também foi apanhado nas escutas e agora vai ter de explicar, muito bem explicado, como é que conseguiu dar a volta ao mundo.  
O seleccionador da nossa, dizia antes do jogo de hoje: “Cheira bem, cheira a África do Sul”. Não sei, e espero estar enganado, mas pelo resultado do primeiro confronto com a Bósnia, em vez de cheirar bem, está a começar é a cheirar muito mal.
 Os nossos vizinhos espanhóis estão a passar um mau bocado com a crise, mas, estão a reagir, tentando compensar ao máximo os cidadãos em geral, e aplicar bem a máxima de “A dificuldade aguça o engenho”, lançando a iniciativa “o prazer está nas tuas mãos”. É verdade, trata-se da divulgação de uma “actividade lúdica” – A defesa da masturbação.
SBF
publicado por voltadoduche às 01:49
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13
Nov 09

 

Eu, estou enjoado com tanta “face oculta”. Tenho a certeza que muitos mais portugueses sentem o mesmo.
Estou enjoado com tanto “diz que disse”, “é uma espécie de escuta”, “o alvo é o outro”, “as certidões vêm às mijinhas” e por aí fora.
Não acontece mais nada neste País?
 Com a velocidade a que anda a nossa justiça, daqui a 20 anos, quando tudo estiver prescrito, talvez a gente saiba qualquer coisa.
Quando ouço falar em certidões que não chegam, dá-me voltas no estômago.
No final da primeira década do século XXI, onde estão as novas tecnologias na nossa justiça? Eu sei que é difícil informatizar este pessoal dos tribunais, do Ministério Público, etc, mas que diabo, não há meio de substituir uma certidão (para não falar noutras coisas) em papel, que vem andando, e devagarinho, por correio interno de Aveiro ou Coimbra para Lisboa, por um qualquer “PDF” instantâneo? Não é seguramente por uma questão de segurança, porque aquilo que interessa, passa na hora, para a comunicação social.
É inaceitável que dum gabinete para o outro, por vezes no mesmo edifício, certas diligências demorem semanas ou meses, só porque tudo tem de ser «transcrito, validado, verificado, conferido, despachado, cosido com agulha e linha na capa, etc, etc».
As resistências ao “simplex” são mais que muitas, e, à conta delas, vamos levando com a “face oculta” e ainda por cima baratinha. Valores… valores, dez mil euros?? Só ??
SBF
publicado por voltadoduche às 00:30

12
Nov 09

 

Faz hoje, 11 de Novembro e dia de S. Martinho, 148 anos que morreu, com 27 anos, D. Pedro V de Portugal.
Filho de D. Maria II e de D. Fernando II.
Mesmo com um reinado muito curto, a nossa história reza e liga alguns acontecimentos importantes a D. Pedro V – Em 1855, ano da sua aclamação, é inaugurado o primeiro telégrafo eléctrico português, no ano seguinte, o caminho de ferro de Portugal, faz a sua primeira viagem de Lisboa até ao Carregado, e o passageiro mais importante era precisamente D. Pedro V. É também durante o seu curto reinado que se iniciam as carreiras marítimas regulares entre Portugal e Angola. Foi também por sua influência e financiamento que foi criado o Curso Superior de Letras. O Rei fazia com frequência visitas a hospitais, inteirando-se das maleitas dos internados, especialmente dos mais carenciados. As vertentes da assistência social e da saúde pública, estavam muito presentes nas preocupações do casal Real. Criaram instituições de auxílio aos mais necessitados e alguns hospitais, como exemplo, o Hospital de D. Estefânia, nome da Rainha, que ainda hoje é uma referência nacional.
Um reinado só de oito anos, mas altamente produtivo.
É unânime, que o seu Pai D. Fernando Saxe-Coburgo-Gota, Rei consorte D. Fernando II, teve forte influência na sua educação e ensinamentos para a governação. D. Fernando II, homem culto e experiente, foi regente do reino em várias ocasiões antes da morte de D. Maria II que aconteceu em 1853, e também, quando ficou viúvo e até os 18 anos de D. Pedro em 1855.  
Foi D. Fernando II que mandou construir o actual Palácio da Pena na serra de Sintra. Era um homem dedicado às artes e por isso ficou conhecido em Portugal pelo Rei-Artista. Para além das regências efémeras, sempre fez o possível para se manter afastado dos assuntos do Estado. A maior prova do seu desinteresse é o facto de, em alturas diferentes, lhe terem vindo parar às mãos dois tronos – A Grécia e a Espanha. Recusou ambos.
Também na serra de Sintra, influenciou e incentivou o Estado e os proprietários na florestação da maior parte das suas encostas. A meados do século IXX, a nossa serra era bem mais despida do que é hoje. Sintra e a beleza verdejante deste património mundial, teve muitos responsáveis mas, seguramente, o maior foi D. Fernando II.
Para quem teve um Pai como este, não admira que, em apenas 8 anos de reinado, tivesse feito tanta coisa boa, contribuísse concreta e objectivamente para o desenvolvimento e inovação do País, e, ao mesmo tempo, conseguisse a admiração, o respeito e o carinho do povo anónimo. Os nossos historiadores, não têm valorizado com justiça o Reinado de D. Pedro V.
SBF
(Foto: D. Pedro V de Portugal - Wikipédia)

11
Nov 09

 

A Cidade e as Serras
De Eça de Queirós
De entre os livros que li do Eça,A Cidade e as Serras” ficou-me sempre num lugar especial. Talvez pela diversidade de locais percorridos pelo andamento da obra, talvez pela descrição das Terras e das paisagens que Eça de Queirós fazia primorosamente. “A Tragédia da Rua das Flores”, decerto por ser publicado já no nosso tempo e aparecer como desvendar de um segredo, também conquistou o meu gosto literário em contraposição, por exemplo, com “Os Maias”.
O amigo Jacinto, na sua quinta e casa senhorial de Tormes, na Estremadura, no Alentejo ou nas duas Beiras, para as bandas do Tua e nos pinhais que chegavam até Âncora. De todo o lado tirava rendimento directamente da produção ou através de foro. E em todos os sítios, tudo era melhor e mais bonito, nada que se comparasse a Paris. “Jacinto ainda falava de regressarmos ao 202 dos Campos Elísios, por dois ou três meses, mas… lá acabei por regressar eu sozinho.”
Ler “A Cidade e as Serras”, é um exercício de regressão ao Portugal do último quartel do século IXX.
A “Biblioteca de Editores Independentes” publica em formato “de bolso”, obras maiores e, em Março deste ano de 2009, pôs nos escaparates “A Cidade e as Serras”. Como este título, sem perceber porquê, fugiu da minha prateleira de livros, comprei, e fiz com gosto outra vez, este passeio de borla, por um Portugal que já não existe. Façam como eu!
Eça de Queirós, morreu em Paris com 55 anos em 1900. Este livro foi portanto publicado já depois da sua morte em 1901.
SBF
(Gravura: Capa do Livro digitalizada)
publicado por voltadoduche às 01:32

10
Nov 09

 

O dia 9 de Novembro, é para os Alemães, sinónimo de libertação, de reencontro com os familiares, com os amigos e com os vizinhos. Este dia de 1989 foi o início duma nova sociedade germânica, foi o início duma nova democracia, foi o início duma nova Europa. Ontem vimos quanto os Alemães festejaram.
Por ironia, ou por mera coincidência, um outro 9 de Novembro também ficou marcado na história dos povos germânicos. As milícias nazis do terceiro Reich de Hitler, perseguiram e penderam muitos milhares de Judeus em toda a Alemanha e Áustria. Destruíram sinagogas, lojas e habitações e interpelaram todos os que se identificavam como Judeus ou seus simpatizantes. De caminho mataram a “sangue frio” 91 descendentes de David. Levaram para campos de concentração entre 25.000 a 30.000 Judeus, 7.500 lojas e 1.600 sinagogas foram reduzidas a ruínas.
A seguir à inquisição católica, este foi o período contemporâneo, em que os Judeus sofreram os horrores da perseguição e expulsão das suas casas, separação de famílias, o sofrimento e a morte. A humanidade continua com uma grande dívida ao Povo Judeu!  
Todo este terrorismo decorreu só numa noite. Exactamente, a “noite de cristal” como os nazis a identificaram. A noite de 9 de Novembro de 1938.
A atitude nazi desta noite, deixou muito claro, para os que ainda tinham dúvidas, quais eram as verdadeiras intenções de Hitler. Revelar-se-iam na sua plenitude, nos anos seguintes.
A “noite de cristal” também é uma lição de história e, é nessa perspectiva, que deve ser recordada. Em 1938, não houve quem impedisse Hitler de esticar tanto a corda, e em 9 de Novembro, já era tarde demais.
Para comemorar, que os Alemães e todos os Europeus o façam, com festa e alegria e em homenagem ao 9 de Novembro de 1989.
SBF
publicado por voltadoduche às 16:32

09
Nov 09

Como bem sabemos, a queda do Muro, marcou a nossa história contempo-  rânea muito para além de Berlim e da própria Alemanha unificada.
Arrastou a queda de muitos outros muros em forma de “gente” ou de “regime”, que, como pedras de dominó, foram caindo uns atrás dos outros.
A esperança era muita, e, na mente da maior parte dos cidadãos dos países do Leste Europeu, estavam a um simples passo da felicidade infinita, em sociedades que conheciam por “capitalistas”, onde o consumismo sem limites, do essencial, e principalmente, do supérfluo, era razão suficiente, para querem esquecer rapidamente a longa noite do “comunismo”.
O muro caiu, os regimes também, a democracia ocidental implantou-se, e hoje, a maior parte, fazem parte, de pleno direito, da União Europeia. E os Povos? Os cidadãos? A população desses Estados? Tem todos os problemas resolvidos? Claro que não, pois se nem os da Europa ocidental os têm! Ou seja, ainda há muitos “muros” para derrubar. E mesmo daqueles de pedra e cimento também ainda há; No Chipre e na Irlanda.
A grande mais valia é estarmos todos no mesmo barco. O risco de guerra (quase permanente ao longo dos séculos) é agora praticamente inexistente. A excepção que confirma a regra, foi a da ex – Jugoslávia e a região do Cáucaso.
Esta crise universal veio confirmar a vantagem dos Povos Europeus estarem unidos. Se a União não estivesse ainda neste patamar, poderíamos estar a assistir hoje, a uma Europa devastada por outra guerra.
SBF
(Foto: Pedaço original do muro de Berlim que trouxe em Junho de 1990)
publicado por voltadoduche às 18:20

08
Nov 09

Em semana dominada pelo lixo, sucata e resíduos perigosos, oratórias de significado valor, proferidas por interessantes figuras de primeira linha do nosso panorama político, amizades mal escolhidas e contaminadas com venenos produzidos em afamados laboratórios de moradas em parques industriais saídos de usados condomínios reciclados.
 Nestes dias também se ficou a saber que “eles andam por aí”. É verdade, se ouvir alguém a falar em lixo, sucata, resíduos ou reciclagem, passe para o outro lado da rua, e, se ainda assim, sentir ruídos estranhos no telemóvel, pelo sim pelo não, deite-o fora na primeira oportunidade, mas antes certifique-se de que ninguém está ver.
Em semana chuvosa, de vento e frio espreitando, sem sol para as vedetas do Festival do Estoril, e o Francis Copola que completará o rol dos famosos das imagens que na tela se projectam no imaginário colectivo.
Esta é também a semana comemorativa do 20º aniversário da queda do muro. Já lá vai muito tempo contado em vinte anos em que os Alemães tiveram o 25 de Abril deles. Acabaram com o muro e os regimes do Leste vieram todos abaixo.
Também nesta semana, o Paulo Bento fez o que muitos esperavam – deitou a toalha ao chão. Não tinha alternativa, os detractores ganharam finalmente. O fulano da SIC há mais dum ano que teimava e lá conseguiu.
Então e o Euromilhões? Não pode ser! Não saiu nada de jeito em Portugal? Não pode ser! Tenho de protestar com a SCML, então como é? Jogo, jogo, jogo e não me sai nada?
SBF
publicado por voltadoduche às 01:59
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