A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

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Jul 09

 

Os Jogos da Lusofonia são uma boa iniciativa da nossa comunidade. Todas as formas conjuntas de nos apresentarmos ao mundo, reforçam os laços que nos unem e engrandecem a língua portuguesa que já tem dimensão universal.
Portugal está Geograficamente na Europa e faz parte da União Europeia. Politicamente tinha e tem de ser assim e é nesse tabuleiro que jogamos. Embora nem tudo sejam rosas, seriam muitos os espinhos se não estivéssemos na EU e na zona do Euro. Capitalizando esta conformidade, que é sempre do nosso interesse, a nossa porta natural continua a ser o oceano Atlântico. É sempre para o mar que nos viramos e foi esse o caminho que nos levou à aventura.
Em consciência, e puxando ao sentimento, que ligação temos: à Holanda, à Alemanha, à Rep. Checa, à Suécia, à Dinamarca, etc, etc, em comparação com Cabo Verde, Guiné, Índia (Goa, Damão e Diu), Angola, S. Tomé, Brasil, Moçambique, Macau e Timor? Claro que a resposta só pode ser uma.
Na Europa, talvez à excepção dos nossos vizinhos espanhóis, nunca tivemos nem temos laços afectivos. Com a Espanha é diferente, somos farinha do mesmo saco. Ao longo dos tempos sempre nos ligou: um irmão, um primo, uma filha ou um filho, até a nível de Estado. A origem dos nossos antepassados é a mesma. O facto de termos fronteira conjunta, conta para o bem e para o mal. Para o bem, porque sempre estivemos próximos, para o mal, porque a defesa dessa fronteira trás sempre lutas e algum sofrimento.
O nosso coração e as verdadeiras parcerias com toda a carga afectiva que possamos pôr aqui, estão no mundo lusófono. É nesta comunidade que nos sentimos inteiros e válidos como povo que deu novos mundos ao mundo, e como precursores da globalização contemporânea.
SBF
(Mapa: Lusofonia no mapa - Wikipédia)
publicado por voltadoduche às 17:12
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Um banco, mesmo sendo o BPP, por um euro? Se a moda pega, a coisa vai tornar-se complicada.
E o Alegre continua a dizer que este PS tem de ser outro. Como é que pode?
Aquele porta-voz, valha-me Deus, como é que conseguiu passar no casting?
 A sinfonia da Sanfona não para de tocar. É a propósito do relatório de bota-abaixo o Constâncio, doutra vez é a sinfonia das duplas candidaturas.
E a MFL que rasga e agora já não rasga e amanhã vai rasgar outra vez. Mas então em que é que ficamos? Ou rasga ou não rasga?
E o “Nobel”? Ai, mas que bem. Apoiar o António Costa não lhe fica mal. O Jerónimo é que não gostou, mas, que havemos de fazer – Comunista, comunista, mas “à minha maneira” - Já transferiu a residência para Lisboa? Já agora, até lhe ficava bem.
Na sexta-feira, o Palácio de S. Bento virou passerelle. Caras bonitas e pernas longas, para disfarçar os fatos cinzentos do plenário.
Podiam montar a passerelle mais vezes, assim, quando o discurso não agradasse, os eleitos, lá podiam ir desanuviar.   
SBF
publicado por voltadoduche às 16:58

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