A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

09
Jun 09

 

NOVA LEI DE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS 

 

Este projecto de nova lei, foi aprovado por unanimidade na Assembleia da República, e defendido igualmente pelos mesmos partidos, fora da Assembleia.

É ridículo que o líder parlamentar do PSD, depois de conhecido o veto do PR, venha declarar aos jornalistas, que o seu partido nunca esteve de acordo com os pontos referidos no comunicado do PR. Mas então onde é que estamos? Na Lua? Se votaram a favor, agora estão a dizer o contrário? Só lhe fica mal, mesmo qu

 

e fosse verdade não o deveria dizer. Como é que querem que acreditemos nestes políticos?
Fizeram um grande esforço para convencerem toda a gente, de que a ausência de titulação por cheque ou outro instrumento bancário, (ou seja, dinheiro vivo) dos donativos ou outras receitas, era necessário que passasse de 22.500 euros para 1,2 milhões de euros ao ano. Claro que ninguém foi na conversa e muito menos o Presidente da República.
Ouvi alguns desculparem-se com a situação particular da “Festa do Avante” do PC. É evidente para todo o cidadão, seja de que partido for, que este evento, o mais importante e significativo do género no panorama partidário português, deve ter um tratamento legal inerente às suas características.Essa legalidade, deverá abranger realizações promovidas por outros partidos com idêntico objectivo. Não é difícil perceber, que não é possível, em plena festa do avante ou festa de outro partido, ir ao “stand” buscar uma cerveja e pagar com cheque.  
Cá por mim, ainda bem que o PR vetou. Mas é preciso resolver o problema das festas, arraiais, etc.
SBF
 
publicado por voltadoduche às 17:17

 

O ÚLTIMO ANO EM LUANDA
De Tiago Rebelo
Desde há um ou dois anos, que o tema ex-colónias/guerra colonial/retornados, deixou de ser tabu na sociedade portuguesa.
Eu próprio comecei a ter interesse em perceber melhor o lado dos portugueses, que naquela época, tiveram que, em cinco minutos, tomar a decisão das suas vidas, chegar o mais depressa possível ao aeroporto da cidade e não olhar para trás. Naqueles tempos da revolução e do PREC, as coisas por aqui, na chamada metrópole, eram vistas duma forma completamente diferente.
Quando olho para as prateleiras de livros, estou atento às novidades sobre esta temática, e vou comprando moderadamente.
Há pouco tempo li com gosto um romance de Tiago Rebelo, “O Último Ano em Luanda”, que é uma excelente narrativa, sobre três situações distintas, que a família (do romance) viveu em Luanda, embora em tempo seguido.
Primeiro: A vida entusiasmante que se vivia naquela cidade nos primeiros anos da década de setenta.
Segundo: O 25 Abril, fim da guerra e todas as incertezas.
Terceiro: A guerra civil chega à cidade, a decisão de fugir e deixar tudo para trás.
Na capa: 1974/75, os derradeiros meses do império. Milhares de civis em fuga numa cidade mergulhada no caos. O Exército recusa-se a combater. Um casal luta para sobreviver à guerra civil.
Bom livro. Aconselho a leitura.
SBF
publicado por voltadoduche às 00:15

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