A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

12
Set 13

 

Como se pode ver na foto ao lado, o Presidente da Comissão Europeia está, olhando para o relógio com uma ansiedade sem limites, à espera que o “crescimento” da Europa chegue…

 

Com Gibraltar outra vez na “berlinda” confrontando os interesses mesquinhos de dois membros da (des)União e com a Catalunha a conseguir unir um cordão humano de 400kms e 1 milhão e meio de pessoas pela separação do reino de Espanha a caminho da independência, os “inteligentes” de Bruxelas aplicam-se a corrigir as tabelas de “Excel”.

 

Silvestre Félix

 

publicado por voltadoduche às 15:22
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15
Mar 13

 

Por muito menos, o patrão mais compreensivo do mundo, já os tinha despedido por justíssima causa e sem indemnização.

 

Continuam a falar para os “microgaitas” que lhes metem à frente e dizem sempre a mesma coisa. O que mais confusão faz é o facto de, segundo as sondagens e barómetros publicitados, ainda haver portugueses a admitirem poder vir a votar nas atuais estrelas politiqueiras que por aí, ainda andam.

 

No final das contas tudo está pior e não se vislumbra nenhum plano milagroso para virar a tendência. Todos dizem, desde Bruxelas ao Largo do Rato passando por São Bento, que só é possível com o crescimento da economia. Pois, todos o afirmam e até o “ZÉ” sabe que assim é, mas nenhum explica como é que isso se faz dentro da União Europeia e com o euro.

 

Entretanto vamos levando com austeridade recheada de arrogância e hipocrisia da nossa classe política bem arrumadinha nos partidos da situação.


Silvestre Félix


(Foto: Ministro das Finanças – DN)

publicado por voltadoduche às 15:18
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06
Jul 12

A primeira reação com a declaração de inconstitucionalidade do corte nos subsídios, foi de satisfação mas, ao ouvir as primeiras intervenções dos “inteligentes”, depressa se percebeu que a decisão do TC até vai servir de pretexto ao Governo para lançar mais medidas de austeridade.

 

Dado que o argumento da inconstitucionalidade incide no artigo 13º da Constituição, sobre a igualdade, abre caminho a que o Governo resolva o problema com a aplicação dos mesmos cortes (para igualar) aos trabalhadores dos privados, arrecadando, mais uns milhões, para compensar a derrapagem que existe na receita.

 

Entretanto, a nível europeu, o caminho para o abismo e para a desintegração, continua. Os juros a 10 anos da Espanha voltaram a ultrapassar os 7% e as bolsas fecharam em fortes quedas.

 

As “votações” no Conselho da semana passada já perderam o efeito. Com as posteriores declarações e posições dos conselheiros regressados aos seus países, tudo voltou à treta do costume – nada de solidariedade, cada um “pixa” para si e os que têm euros, continuam a guardá-los debaixo do colchão.


Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:10
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26
Jun 12

Até à eleição de Hollande o diretório era a dois e, desses famosos e charmosos encontros, saíam todas as (não) soluções para o imbróglio em que se transformou a (des) União Europeia.

 

A Chanceler foi obrigada a utilizar uma linguagem mais abrangente de modo a não “espantar” o novo Presidente francês e seus apoiantes. Ao mesmo tempo a situação complicou-se para o lado da Espanha e da Itália e, em pouco mais de um mês, o diretório de dois passou a quatro.

 

A “bagunça” continua. Os Conselhos não são mais do que meros acenos de cabeça para concordarem com o que já vem decidido entre os dois ou os quatro, à exceção dos Ingleses que, à cautela, têm sempre um pé de fora.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:18
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15
Mai 12

A promessa de «um novo caminho para a Europa» declarada por Hollande, acorda-nos, por momentos, desta depressão crescente. Por outro lado, no próprio dia em que recebe o poder de Sarkosy, vai jantar a Berlim com Merkel. Não pelo encontro em si que, mais tarde ou mais cedo aconteceria mas, quando ainda nem sequer se “sentou” no Eliseu, vai a correr ao beija-mão germânico?

 

Esperemos que esta inusitada opção se justifique porque senão o «novo caminho para a Europa» é uma cópia do anterior.


Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:58

07
Mai 12

A vitória de François Hollande pode vir a ser só, meia (vitória), se os socialistas não ganharem as legislativas do próximo mês de Junho.

 

Já agora, e para que a esperada mudança na Europa seja efetiva e forte, é importante que Hollande tenha apoio maioritário no Parlamento francês. A avaliar pelas declarações conhecidas de vários dirigentes europeus, incluindo da, até agora, poderosa Angela Merkel, as propostas conhecidas do Presidente francês eleito, vão ter acolhimento no sentido de virem a ser enquadradas numa nova política que privilegie o crescimento e a consequente criação de emprego.

 

No caso português, é bom que o Governo saiba aproveitar os novos ventos que do “Eliseu” virão, para que o nosso País possa definitivamente “casar” a consolidação orçamental com a inevitabilidade do crescimento. É tempo da “ementa” deixar de ser uma lista exclusiva de austeridade e passar a incluir alguns itens com “substância” que aliviem o sofrimento dos portugueses.

  

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 15:53

21
Abr 12

Se o socialista Hollande ganhar as presidenciais francesas, muita coisa na Europa pode mudar, ou não!

 

Se o programa eleitoral do candidato mais as promessas de campanha forem levados à prática, a França dará um primeiro e decisivo passo para impor um novo paradigma na política europeia. Mas, como quase sempre acontece em qualquer eleição política, uma coisa é a promessa em campanha e outra, bem diferente, é o exercício do poder.

 

Se François Hollande ganhar podemos caminhar rapidamente para o fim deste ciclo neoliberal.

 

Noutros Países virá também a mudança e pode ser que ainda tenhamos um “Outono” com esperança.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:43

12
Abr 12

Em tempo de discussão parlamentar dum novo tratado UE, vem à baila, mais uma vez, a questão do referendo sobre a nossa participação na União (?).

 

A opção referendária nunca vingou porque a adesão à Europa iria, dizia-se, desenvolver o País e levá-lo à convergência económica com os parceiros mais ricos. Fazermos parte do “clube”, era a garantia de sucesso da nossa democracia.

 

De facto, essa corrida no sentido convergente aconteceu até início do século XXI mas, a partir daí, estagnamos e, nos últimos dois anos, regredimos quase ao ponto de partida.

 

Entretanto, a integração europeia do ponto de vista político não avançou e, em muitos aspetos, também andou para trás. Com a crise, destaparam-se as ”guloseimas”. As hesitações no início da questão grega por parte da Alemanha que, com a França de Sarkozy, já se assumia titular do “diretório”, puseram a nu todas as intenções relativamente ao futuro dos periféricos do sul.

           

A Espanha e a Itália voltam a estar na mira dos especuladores. É necessário que Portugal e os outros parceiros do sul se assumam em aliança e enfrentem os “atacantes”.


A “Jangada de Pedra” pode sempre funcionar.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 23:03

29
Mar 12
Comissão Europeia, de quando em vez, esquece-se que tem coisas importantes para tratar e decreta diretivas e outras obrigações para os Estados membros que não lembra ao diabo.
Ainda não há muito tempo, lá em Bruxelas, os mangas de alpaca inventaram aquele novo alojamento para galinhas poedeiras de oito assoalhadas, três casas de banho, despensa, arrecadação, cozinha equipada e certificado energético atualizado. Tudo leva a crer, independentemente dos protestos da generalidade dos países, que a diretiva vingou e, quem não cumpra, será penalizado.
Com menos sucesso dos burocratas que envolvem a Comissão e “comem” em Bruxelas, uma outra extraordinária ideia, felizmente, não foi avante. Vejam só! Os “inteligentes” queriam alterar as regras da salga do bacalhau. Lembraram-se de impor o uso de fosfatos em químico, em vez do sal ancestralmente utilizado pelos pescadores portugueses.
Soube-se hoje que se deram mal. Porque a “brilhante” proposta foi chumbada ainda na Comissão, podemos, por enquanto, ficar descansados e continuar a comer o bacalhau salgado à nossa maneira.

Silvestre Félix
publicado por voltadoduche às 21:04

01
Mar 12

A Alemanha de Merkel já fez saber que não gostou que o BCE tivesse colocado 500 mil milhões de euros na economia europeia através de empréstimos à banca a juro baixo.

 

Continuam a crer, os dirigentes alemães, que a situação os favoreça só a eles e que os outros parceiros (??) se mantenham de joelhos.

 

Merkel e os seus piões não têm pejo em pôr em causa a independência do Banco Central Europeu agora presidido pelo italiano Mario Draghi.

 

Silvestre Félix                                                                                 

publicado por voltadoduche às 13:25

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