A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

20
Dez 12

Para este Natal desejo que os meus amigos tenham muita saúde e que a mesa da consoada esteja composta com o essencial. Nada de exageros nem de sobras!

 

 

 

 


Um grande abraço!

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:01
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26
Dez 10

 

O tom alinhado do meu diapasão não é o mesmo dos partidos da oposição relativamente à mensagem de Natal do Primeiro-Ministro, no entanto, não posso deixar de ficar indignado e com o estômago às voltas, quando José Sócrates afirma que: “este é o único caminho”.

  

Ele devia saber que – porque não é “fraco de inteligência” – proferir esta frase vezes sem conta, enquanto e no papel de responsável máximo pelo Governo da Nação, não acrescenta, antes pelo contrário, nada de bom à sua “performance” como político.

 

A primeira lição dos manuais políticos contraria esta postura para qualquer função ativa do Estado. O Governo ou o seu “Primeiro” não pode afirmar pela televisão que é detentor da “verdade absoluta”, o que, na sua essência, quer dizer, «este é o único caminho». É preciso demonstrar respeito pelos adversários, pelas opiniões alheias e, mesmo acreditando que só o seu caminho está certo, e isso não é exclusivo do Primeiro-Ministro, é politicamente incorreto afirmá-lo em público, ainda mais numa mensagem de Natal.

 

Se alguém tivesse o «caminho certo» no bolso, não estávamos nesta situação!

 

SBF

publicado por voltadoduche às 17:15

25
Dez 10

Mesa e todos os acessórios no sítio.

 

Dum momento para o outro, fica a abarrotar de comida de toda a espécie e feitio.

 

Eu cá, voto pelas guloseimas.

 

Foi a ceia ontem e o almoço hoje muito esticados no tempo.

 

As prendas e o ritual da descoberta, até o gato está curioso.

 

A Família e o convívio compensa o

 

Consumismo e superficialidade deste tempo.

 

SBF

publicado por voltadoduche às 18:26
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25
Dez 09

 

A preocupação com os outros e o espírito de solidariedade, quando é verdade, é permanente e faz parte do dia-a-dia de cada um. Digo mais, quando estes valores e outros parecidos, são evocados nesta altura, fico sempre com algumas dúvidas da intenção do “evocante”.
Esta época, a Páscoa, os mais variados dias nacionais ou mundiais, foram aproveitados pelas grandes marcas internacionais, para incentivar o consumismo sem limite, de que eu sou crítico e que faço o possível para não ir na conversa. Continuo a achar que o supérfluo é queimar recursos do bolso, do País e do planeta.
Haverá quem diga que o consumo sustenta a economia de mercado e com isso mantém as empresas que, por sua vez, dão emprego e por aí fora. Só que depois continua – O empregado ganha o ordenado que serve para consumir e… é “pescadinha de rabo na boca”.
Não é nada agradável, passarmos pelas ruas na manhã do dia de Natal, e vermos as toneladas de papel, cartão, plástico e sei lá mais o quê, transbordando os caixotes do lixo. É a parte visível do desperdício das “prendas”.
Esta frase é um lugar-comum, mas é a mais acertada para dizer agora – NATAL, É QUANDO UM HOMEM QUIZER!      
SBF
publicado por voltadoduche às 21:01
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30
Nov 09

 

Já começou!
 Mesmo em crise, quem o tem (dinheiro) no bolso, não perde tempo. É vê-los em bichas intermináveis de carros a caminho dos shopping’s e de todos os locais onde se possa consumir alguma coisa para pôr na chaminé na noite de Natal.
É a época do ano em que a expressão – deitar dinheiro à rua – é certeira, e nos obriga a reconhecer que muitas das nossas queixas podiam ser caladas com uma atitude mais cuidadosa e racional, no que respeita às compras de Natal.
São muitas centenas de milhões de euros que se evaporam num abrir e fechar de olhos em prendas inúteis para o dia-a-dia das nossas vidas.
As nossas crianças são bombardeadas com uma bateria de brinquedos sem interesse e sem qualquer valor educativo, muitas vezes até – antes pelo contrário. Duma forma geral, correspondem só ao apelo da publicidade televisiva.
Nestes dias, os anúncios de: perfumes, jóias, electrodomésticos, telemóveis, PC’s, relógios, brinquedos, etc., etc., que repetem até à exaustão, tem o seu efeito e correspondem ao interesse de quem produz e vende.
Como faço o possível por consumir só o que preciso, a agitação destes dias incomoda-me… e obriga-me, (quando consigo) a passar ao lado…       
SBF
(Gravura: Wikipédia)
publicado por voltadoduche às 00:26
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