A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

10
Ago 12

Não gosto de quem cospe no prato onde comeu e destrói o colchão onde dormiu!


Até pode enjoar a comida ou o colchão começar a fazer-lhe doer as costas mas, ainda assim, não fica bem na fotografia, quem pretende destruir os “ingredientes” que tanta vez, o(a) próprio(a), utilizou na confeção de pratos servidos a quem nele(a) acreditava.

 

Das duas, uma; Ou mentia antes, ou mente agora! Como vamos nós saber?


No tempo da ditadura, os portugueses eram obrigados a fazer muita coisa que não queriam e impedidos de fazer outras. No entanto, a opção de aderir a qualquer organização clandestina ligada à oposição, era livre, pessoal e supostamente assente numa forte convicção ideológica. Não tenho ideia de alguma vez ter ouvido ou lido nos anais, que este ou aquele militante partidário, antes ou depois do 25 de Abril, tenha sido obrigado a preencher e assinar a respetiva ficha de adesão.

     

A “teoria da conspiração” justifica muita coisa. Passados tantos anos, ainda há quem acredite que os comunistas comiam “criancinhas” ao pequeno-almoço. Como é que não hão de acreditar, que os aparelhos de ar condicionado levavam incorporados microfones?

 

À pergunta, carregada de imparcialidade (?), do pivô “inteligente” (citação);

 

- Faria sentido a colocação de equipamento de escutas integrado em…


- (Resposta da entrevistada) …em tudo o que eram ministérios, sítios nevrálgicos e órgãos de poder: Eu não posso afirmar que tive conhecimento de que estavam microfones em qualquer ar condicionado….


Ah! Não pode afirmar? Muito bem, mas sempre fica a insinuação, não é?


Tudo isto, a (des) propósito de mais um investimento que está na iminência de “ir à vida” em resultado da (inexistente) política económica deste poder. Seria uma grande fábrica a nível europeu de “painéis solares” no Concelho de Abrantes coincidente com o plano nacional de expansão das energias renováveis e limpas. Mas, sendo o promotor, o antigo homem forte dos citados aparelhos de ar condicionado e ainda por cima, tendo sido classificado PIN pelo anterior Governo, todas as dificuldades e contrariedades precisam aparecer, nem que para isso se recorra à () memória da Guerra Fria ou se desenterrem “machados” há muito tempo enterrados.

 

A imaginação do ser humano não tem limite!


Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:21

02
Ago 12

O Diário de Notícias de hoje faz eco de diligências efetuadas pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis junto de várias entidades ligadas ao poder.

 

É lamentável que os ministérios estejam a “livrar-se” dos automóveis (100%) elétricos que o anterior governo deixou nas garagens em resultado da positiva política de substituição da energia fóssil pela limpa e renovável.

 

O atual Governo enganou-se na ordem de “despejo”.


Devia fazê-lo, sim, mas era em relação aos “topo de gama” que continuam a circular por aí transportando todos os “mandatários” deste poder que congelou uma das políticas que mais podia fazer pelo nosso futuro – A autonomia energética, ou a caminho disso.

 

As boas decisões não deviam ser eliminadas só porque vieram dos governos de Sócrates.

 

As declarações que, às pinguinhas, os atuais governantes têm feito a propósito, não convencem ninguém e, antes pelo contrário, a prática e os (não) resultados provam que a aposta nas energias renováveis (água, vento, sol e biomassa) parou e não existe qualquer perspetiva de futuro.

 

Há cerca de dois anos, o The New York Times anunciava na primeira página o sucesso e a liderança de Portugal nas renováveis…

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 18:18

19
Mar 12

Toda a gente sabe e há muito, que o petróleo não voltará a ser barato. Os produtores das ramas e os intermediários do negócio até ao consumidor final vão continuar a usufruir dos chorudos lucros durante mais duas ou três décadas, pelo menos.

 

Quem não produz e só consome, tem de se chegar à frente e encarar como desígnio, arranjar alternativa. A solução não passará por voltar ao carvão vegetal pelo que não se pode deitar fora o trabalho pelas energias renováveis feito por anteriores governos, mesmo que tenham sido doutra “cor”.

 

Em vez de declarar “conformidade” com o constante aumento dos combustíveis, o nosso Primeiro-Ministro, deve afirmar-se apoiante do trabalho já feito e empenhar-se no reforço de tudo o que vá no sentido de reduzir a nossa dependência energética.

 

Até ao “anterior governo”, estávamos no TOP universal deste trabalho, e agora?


Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:11

13
Dez 11

O que foi bem feito e é bom, mesmo que tenha o nosso adversário a fazê-lo, não deve ser ignorado nem eliminado.

 

As energias renováveis e o sucesso de um grande (chamado) “cluster – elétrico”, foram bandeiras do anterior Governo com provados ganhos para a economia do País. Dava tanta “bandeira” que às vezes até chateava. O Primeiro-Ministro de então, chegou a auto-transportar-se em veículo elétrico para alguns eventos urbanos e, nesta matéria, fizeram um bom trabalho reconhecido dentro e fora de Portugal.

 

O que é facto, e é isso que interessa, desde Junho deixamos de ouvir falar no mérito das energias renováveis e no dito “cluster – elétrico”. Era desígnio do Governo PS e, como tal (digo eu), não interessava dar-lhe grande importância.

 

Este, como outros que não vêm agora ao caso, foi e é um erro de palmatória e, a primeira prova está aí;

 

A suspensão da fábrica de baterias da NISSAN com todos os prejuízos inerentes.

 

Onde está o Álvaro que veio do outro lado do mundo?

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:48

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