A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

14
Mar 11

 

A nossa pequenez está bem ilustrada na catástrofe que se abateu sobre o Japão.

 

A prevenção aos efeitos de terramotos, adaptando a construção de edifícios aos constantes abanos, ainda consegue resultar numa redução significativa de danos materiais e humanos. O mesmo não se pode dizer relativamente aos tsunamis. As imagens do que aconteceu na 6ª feira reduzem-nos à nossa real insignificância.

 

Para o rescaldo de tudo fica o pior – O desastre nuclear! Hoje houve uma segunda explosão na central de Fucoxima, que está em pior situação, aumentando o perigo da radioatividade se propagar.

 

O desastre está a relançar a polémica da utilização de energia nuclear. Nos Estados Unidos, na Índia e na Europa, começou a discussão e tudo o que tem a ver com este tipo de energia, vai ser escrutinado até à exaustão.

 

Neste tempo, já existem alternativas ao petróleo e ao nuclear, com potencial suficiente para ajudar a inverter a caminhada da humanidade para o abismo.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 18:08

22
Out 10

 

No meio de tanta mediocridade, criteriosamente levada a nossas casas pelas televisões deste País, em noticiários que mais parecem sessões de leilões das peças (tretas) transmitidas, quase passou despercebida, a visita a Portugal do Prémio Nobel da Paz de 2007, o antigo Vice do Ex-Presidente Bill Clinton, o Americano Al Gore.

 

Intervindo num seminário realizado ontem no Estoril, Al Gore disse: “Portugal está a fazer um trabalho fantástico nas energias renováveis. Parabéns. Eu vanglorio-me da liderança de Portugal quando falo em sítios um pouco por todo o mundo sobre energia solar, eólica, energia das ondas e sustentabilidade. Dou-vos os parabéns por todos os progressos que têm sido feitos nesta área.”

 

Infelizmente, a nível interno, é impossível valorizar os inúmeros exemplos do que tem sido feito na área das energias renováveis. É necessário ser os estrangeiros a reconhecerem a importância desta opção dos últimos anos. Por aqui, desvalorizam, e, se possível, destroem o que está feito.

 

Muitos erros têm sido cometidos neste “reinado” de Sócrates mas, muitas medidas e reformas positivas foram feitas. A aposta nas energias renováveis é uma delas. Vai ter um impacto determinante a médio e longo prazo, não só do ponto de vista ambiental mas, também, na reversão do deficit da nossa balança comercial com o exterior. Cada unidade de energia produzida internamente em renováveis, são barris de petróleo que deixamos de comprar fora.

 

Os constrangimentos orçamentais vão, com certeza, abrandar os investimentos em novos projetos mas, o “andamento” é imparável e, como Al Gore diz:

 

“Portugal está a ajudar a criar soluções e está a tornar-se líder neste novo mundo.”

 

SBF

(Foto: Wikipédia - Dicas: DN)

publicado por voltadoduche às 17:08

10
Dez 09

 

A unidade industrial que vai produzir 60 mil baterias para carros eléctricos a partir de 2011, é, sem dúvida, uma boa notícia, e o planeta agradece.
Paralelamente, o País vai ser inundado de postos de carregamento para os mesmos carros eléctricos que, tudo leva a crer, começarão a rodar com força, também a partir de 2011.
Todos estes investimentos para uso de energia eléctrica, em alternativa aos derivados do petróleo, só terão sucesso se a respectiva produção for limpa, ou seja; Hidroeléctrica, solar, eólica, biomassa, etc. e, acabar com o que ainda existe, de produção termoeléctrica.
No que respeita às energias renováveis, a “Cimeira de Copenhaga”, bem pode pôr os olhos em nós, porque, como é reconhecido por todos, estamos no bom caminho.
Já agora, a produção de eólica no nosso País, bateu recorde absoluto no mês de Novembro, contribuindo com 24% do consumo de electricidade, de acordo com informação da REN.
SBF
(Gravuras: Wikipédia)
publicado por voltadoduche às 00:56

31
Mai 09

 

Lembro-me da construção dos edifícios que viriam a constituir o bairro de Mira – Sintra. Estávamos lá pelo início da década de setenta do século passado. Este bairro era notícia, considerando a dimensão e importância dos acontecimentos que mereciam ser referidos pelos órgãos de comunicação à época. Nessa altura, os bairros de lata fervilhavam em volta das principais cidades do nosso litoral, principalmente na cintura de Lisboa e, com a chegada constante de populações vindas do interior, levaria ainda muitos anos até que as barracas começassem a diminuir.
A construção de raiz, deste bairro, para alojamento de famílias com baixo rendimento, era novidade em todos os aspectos; Pelo tipo de construção e a quem se destinava. Daí, o ser notícia. Eu, que fazia de comboio, a minha ida e volta diária a Lisboa onde trabalhava, via os edifícios a crescer todos os dias.
Mira – Sintra, ainda antes de se tornar uma das freguesias novas do concelho de Sintra, foi adquirindo vida própria, tendo criado várias estruturas sociais, recreativas e culturais. Nas realizações a nível regional, sempre está presente qualquer instituição de Mira – Sintra.
Passados estes trinta, quase quarenta anos, a, agora, Freguesia de Mira – Sintra, volta a ser notícia nacional, também por uma boa razão. A Junta de Freguesia vai avançar para um ambicioso projecto de autonomia energética. Com a instalação de painéis solares nos telhados dos seus edifícios, querem; primeiro, atingir a auto-suficiência, segundo, quando aí chegarem, passar à venda do excedente de energia produzida, à rede de distribuição.  
É com acções concretas no terreno como esta, que se protege o planeta.
É com esta política que se protege e defende os interesses das populações.
Não sei, nem me interessa saber, de que cor política são os membros do executivo desta Junta de Freguesia.
SBF
publicado por voltadoduche às 00:14

08
Jan 09

 

 

Há umas semanas atrás, tivemos conhecimento da atribuição desde epíteto “autarca do futuro” pelo portal Americano «One World», ao Presidente da Câmara de Moura José Pós - de - Mina.
Foi, principalmente pelo seu empenho, visão moderna e futurista, que na pequena aldeia Alentejana de “Amareleja” hoje está instalada uma das maiores centrais solares do mundo.
 
 
Bilhete de identidade da central:
261 milhões de euros de investimento
250 hectares de terreno
2 520 seguidores solares, que giram à procura do Sol
262 080 módulos fotovoltaicos
46 megawatts de potência
93 milhões de kilowatts produzidos anualmente, o equivalente ao consumo de 30 mil lares
120 empregos fixos criados, entre a central e a fábrica de painéis solares
(Fonte: Visão)
Podemos de certo aprender todos muito, com este homem de 50 anos, até a humildade. Em jeito de comentário por ter estado na lista dos dez finalistas entre os candidatos a personalidade do ano, daquela ONG, José Pós – de – Mina, diz que «é o reconhecimento do trabalho de muita gente».
SBF
publicado por voltadoduche às 15:41
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