A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

31
Mai 11

Marcelo Rebelo de Sousa é bem conhecido de todos os portugueses como destacado militante e ex-líder do PSD.

 

Por este facto, a sua intervenção na comunicação social, designadamente na televisão e na qualidade de comentador, não pode inibi-lo de manifestar a sua opinião porque é disso mesmo que se trata.

 

Acontece igual com tantos outros opinadores e comentadores que a toda a hora nos entram pela casa dentro e, a maior parte deles, não sabemos que “instrumento” tocam. Não é o caso de MRS. Quando o ouvimos ou vemos, sabemos perfeitamente qual é a sua cor e isso, deve ser levado em consideração pelo espectador.

 

Quero com isto dizer que acho completamente descabidas e inusitadas as declarações que o Ministro Vieira da Silva fez a propósito do que disse Marcelo no Domingo passado na TVI. O que ouvi em direto não me pareceu nada o sentido que Vieira da Silva lhe atribuiu.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:19

27
Mai 11

 

Que me interessa e à maioria dos portugueses, que no “Memorando” da Troika, tenham antecipado meia dúzia de prazos sobre medidas que basicamente ficaram na mesma, ou seja, continuam a lixar o Zé?

 

Todos os dias estes políticos têm de correr atrás da agenda da comunicação social deixando o essencial para as “calendas”. Às vezes até lhes dá jeito.

 

Agora, como de cereja no topo do bolo se tratasse, um Juiz do Tribunal de Oeiras deu razão ao MRPP sobre uma providência cautelar entreposta por este partido, reclamando o mesmo direito de debates televisivos que é utilizado para os partidos com assento parlamentar. Engraçado mas sem graça nenhuma é o facto de no mesmo dia o partido MEP ter feito a mesma coisa junto do mesmo Tribunal mas, como foi outro Juiz a decidir, não lhe deu razão.

 

Moral da história: O MRPP vai debater nas três televisões com cada um dos partidos concorrentes a estas eleições nestes últimos dias de campanha.

 

Singularidades do nosso País!

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 21:57

Muita gente esperaria que o PSD estivesse nesta altura a uns 10 pontos do PS. Vai-se percebendo porque não acontece.

 

Pedro Passos Coelho, todos os dias, tem de corrigir ao final da tarde declarações feitas pela manhã.

 

Pedro Passos Coelho fala de Pacheco Pereira como nem os adversários falam.

 

Pedro Passos Coelho, não capitaliza nesta campanha o essencial.

 

Silvestre Félix


19
Mai 11

Pedro Passos Coelho diz que só fará parte do futuro Governo se o PSD ganhar as eleições, exclui portanto, fazer qualquer acordo com o PS.

 

Paulo portas diz que, na eventualidade do PS ganhar as eleições em minoria e havendo acordo parlamentar de maioria entre o PSD e o CDS, o Presidente da República deve chamar estes para formar governo ignorando o PS.

 

Ou seja, acreditando nestas boas vontades todas e no respeito pela vontade expressa nas urnas, o PS só será governo se tiver maioria absoluta.

 

Tudo pela felicidade e contentamento do povo português (????????)

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:48

13
Mai 11

Depois da conversa desta noite na SIC entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, fica claro que ambos desejam somar (PSD+CDS) o suficiente para formarem Governo maioritário.

 

Realmente assistimos a uma mera cavaqueira em que nenhum deles explica como na prática governará, se for esse o caso. Todos evitam, Sócrates também, dizer aos portugueses como vão chegar aos números acordados com a Troika.

 

No caso de Pedro Passos Coelho e Paulo portas, por maioria de razão, deviam ser muito mais explícitos nas propostas. Estão nitidamente na encolha. Com prestações destas, principalmente de Pedro Passos Coelho e com todas as declarações de outros, com desmentidos e correções sucessivas, os eleitores sentem insegurança com uma eventual vitória do PSD e, por isso, espetacularmente, na sondagem da TVI-Público de hoje, colocam o PS à frente do PSD com uma diferença de 3 pontos.

 

Muita coisa vai acontecer ainda até 5 de Junho mas, pelo caminho que as coisas estão a levar, a luta vai ser renhida até ao fim.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:46

09
Mai 11

São os analistas que o afirmam, o PSD, com este programa de governo apresentado ontem, ultrapassa o CDS pela direita. Parece não restar dúvidas que Pedro Passos Coelho opta mesmo por uma política claramente liberal.

 

Neste sentido, e no que respeita à diminuição da intervenção do Estado nas vertentes; social, saúde e educação, é uma rotura com a tradição da democracia portuguesa transversal a todos os partidos. É legítimo para qualquer partido e também para o PSD propor mudanças mais profundas ao seu eleitorado. Para escolher é que existem eleições. Se os portugueses votarem maioritariamente PSD estão a avalisar as suas propostas e compete-lhes governarem a legislatura em conformidade.

 

A proposta de redução da Taxa Social Única (TSU), desejável em qualquer tempo, pode vir a alterar o equilíbrio da S. Social. Não me parece ser intenção compensar a quebra de receita com taxas cobradas através de outros impostos, por exemplo, no IVA.

 

Ao mesmo tempo que é feita a apresentação deste programa, o líder do PSD afirma (mais ou menos):

«Precisa duma maioria clara (absoluta) porque não quer governar com “paus-de-cabeleira”».

Vamos ver se não vai ter que pedir “batatinhas” a algum “pau-de-cabeleira».

Não só, roça o insulto como dificulta eventual necessidade de diálogo depois de 5 de Junho.

 

Hoje, às 10h45m da manhã, Catroga diz que concorda com o aumento do IVA da “cereja”.

Ao princípio da tarde, diz que, afinal, concorda com aumento do IVA mas é do vinho.

 

A continuarem com este tipo de “gafes” a “conta-gotas”, descredibilizam as suas intenções.

 

Cada vez se torna mais difícil que o fecho das urnas no final do próximo dia 5 de Junho resulte numa maioria confortável e credível.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:10

21
Abr 11

Na atual situação do País, e da forma como as coisas aconteceram, seria normal que o partido no poder, resultado do correspondente desgaste, perdesse as próximas eleições.

 

O que já não é normal, como tantas outras coisas nos meandros da nossa política, é que o maior partido da oposição, dum momento para o outro, começasse a dar tiros nos pés de tal maneira que, a pouco mais de um mês do povo ir votar, esteja a ser ultrapassado nas sondagens pelo partido do Governo.

 

Nós já sabemos o que costumam dizer os que perdem nas sondagens e não vale a pena repetir, mas que são sinais que muito devem preocupar os que já se iam considerando donos da “cadeira” a partir do dia 5 de Junho, lá isso é verdade. Claro que «presunção e água benta, cada toma o que quer», mas que diabo, que raio de contas eles fizeram.

 

Bom, num mês tudo pode mudar mas, para isso, muita prosa têm de corrigir.

 

É que, os portugueses não são tontinhos…

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 19:26

10
Abr 11

Quando se faz da independência partidária uma bandeira como o Dr. Fernando Nobre fez durante a última campanha presidencial, é difícil compreender que aceite liderar a lista de Lisboa de um dos maiores partidos portugueses. É o PSD mas podia ser (este podia é empregue convictamente, porque, pelos vistos, aceitaria oferta idêntica de outros) o PS ou qualquer outro, não é isso que interessa. O que importa destacar agora é que não pode mais discursar naquela onda de rigor de cidadania, denunciando o espartilho dos partidos e dos interesses associados. Agora vai passar a fazer parte duma família partidária (mesmo não sendo filiado, por enquanto) e, aos olhos dos portugueses vai ser mais um político com toda a carga negativa que antes lhe atribuía.

 

Do ponto de vista partidário e no que respeita às ambições dos respetivos boys, a decisão trará alguns problemas a Pedro Passos Coelho que, só serão amenizados se o resultado eleitoral for francamente bom. A notícia é apresentada como grande trunfo e vão ser necessários alguns dias para perceber se se confirma esta intenção.

 

Dos apoiantes presidenciais de Fernando Nobre já dá para perceber que há muitos desiludidos e os votos conseguidos em Janeiro podem não ter qualquer influência nas opções a 5 de Junho.

 

Os partidos portugueses, para além de todas as vicissitudes, ainda conseguem aliciar muita gente para se debater pelos seus interesses.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 21:41

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