A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

17
Jan 13

Conquistar a maioria absoluta é o grande objetivo de qualquer líder partidário com ambições de poder. Quando disso falam e o “pedem” aos eleitores, não têm a noção do ridículo. Fazem-no como se os portugueses fossem votar neles correspondendo ao seu desejo de maioria absoluta.


As opções eleitorais do povo, quando for altura disso e enquanto o desânimo não desaparecer, há de ser pelo “mal menor” e não pelo mérito de quem quer que seja. Todos os que conhecem os caminhos de “São Bento” têm “telhados de vidro” e os portugueses não estão esquecidos nem são tolinhos. Na contabilidade dos eleitores, só existem parcelas de “demérito”. Se assim não fosse, os da habitual alternância já tinham rebentado com a escala nas sondagens que por aí vão aparecendo.

 

Mantenham-se calmos, façam oposição com responsabilidade sem mostrarem demasiada ansiedade com o eventual regresso ao poder.


Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:09

06
Fev 12

Era perfeitamente evitável que AJ Seguro dissesse para os ansiosos jornalistas de microfone “em riste” qualquer coisa parecido com:

 

«Há muitos pontos do memorando da troika com que não concordo». 

 

Neste momento está (ele, AJ Seguro) líder do Partido Socialista. Parece não haver dúvidas que, pelo menos neste caso, é sua obrigação honrar os compromissos que o seu partido assumiu, mesmo que tenha sido adversário do seu antecessor. Aqui, para honrar, não basta ser, é também, preciso parecer!

 

Não lhe fica bem dar estas “bocas” como se quisesse dar a entender que com “ele” tudo seria um mar de rosas. 

 

Cuida-te Seguro porque ainda tens muita estrada para andar…

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:37

16
Set 11

Sou paciente e ficarei satisfeito se, daqui a uns meses, vier aqui elogiar António José Seguro porque, hoje, não há “matéria”, como eles (os políticos) gostam de dizer, suficiente para isso, antes pelo contrário. Pode ser constrangimento de “novato” (salvo seja), mas que tem de melhorar muito, lá isso tem.

 

Eu acho que a estreia de Seguro no Parlamento, no papel de líder do PS, foi bastante fraca. Aquela entrada de “leão”, com três dedos espetados, em que, cada um, valia um i (letra i), parecia e poderia ter sido uma boa encenação mas, quando desenrolou o texto, percebeu-se a falta de qualidade do guionista.

 

Um dos i’s, contestava a subida do IVA na eletricidade e gás a partir de Outubro, propondo, em alternativa, a cobrança de um imposto sobre empresas com mais de 2,5 milhões de euros de lucro. É que, esta alteração, embora não quantificada, foi (mal) negociada pelo PS com a troika para entrar em vigor a partir de Janeiro de 2012. Mas que grande “descoberta” fez Seguroem vez de aumentar em Outubro, só aumentava três meses depois, em Janeiro…e assim? Já estava bem?

 

Falou depois, já não me lembro se era algum i ou não, nas promessas eleitorais do PSD. Mas, dos últimos governos, qual prometeu não aumentar impostos e cumpriu? É claro que é condenável e deve ser cobrado a Passos Coelho mas Sócrates fez o mesmo e Durão Barroso o mesmo fez!

 

Estou a ter dificuldade (o defeito pode ser meu) em perceber boas ideias alternativas ao novo líder da oposição.

 

Silvestre Félix

 

publicado por voltadoduche às 17:25

25
Jul 11

O PS precisa de ficar forte e em condições de, no final da legislatura, concorrer de igual com o PSD e CDS. Os valores da esquerda portuguesa, embora não exclusivos do PS, só podem ser valorizados, melhorados e aperfeiçoados, com o empenhamento do PS e dos seus militantes. O Estado Social, expressão agora tantas vezes vilipendiada, aplicado e desenvolvido com critérios realistas, é condição indispensável para evoluirmos como sociedade e tem sido uma das bandeiras do PS. No entanto, vendo de fora, porque do interior vêem os seus militantes, o Partido Socialista ainda tem muitas barreiras para ultrapassar. 

 

No passado Sábado, estava a bater a meia-noite e as palmas esticavam-se mas, depois de mais um sorriso introspetivo, lá começou a faladura numa fase em que o sono estava a cumprir a sua obrigação – Precisava eu, de ser espicaçado para o vencer.

 

Nada disso aconteceu – não fui espicaçado e o sono ganhou a aposta. Ainda não me tenho em mim… depois de António José Seguro proferir aquelas primeiras sábias e singularíssimas palavras, que nunca nesta parte do hemisfério se tinham ouvido - «Este resultado não é uma vitória pessoal mas sim, uma vitória do PS» (mais ou menos isto, estou a citar de cor), comecei a piscanhar os olhos, entrei numa “onda” intermitente de consciência e inconsciência, dando para, de vez em quando, ir percebendo a profundidade (?) de algumas bem construídas frases. Às vezes tão fundas que vai ser muito difícil trazê-las do buraco.

 

Estou embasbacado com este meu aparente desinteresse mas, que hei-de fazer, acho que, para empolgar uma plateia, mesmo televisiva, não basta querer, é preciso saber e é preciso que o orador tenha carisma e uma certa dose de espontaneidade que não tem de ser na oratória, que seja, principalmente na postura. 

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 19:49

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