A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

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Jan 13

Vão aparecendo, cada vez com mais frequência, notícias que dão conta de algumas dificuldades de administrar em pacientes com doenças graves, determinado tipo de medicamentos. Na maior parte das vezes, de acordo com o que vimos ontem no “Linha da frente” da RTP1, as condicionantes que levam o Serviço Nacional de Saúde a não optar por medicamentos mais recentes e eficazes nos casos sinalizados, são simplesmente economicistas.

 

Já é difícil para muitas famílias conseguirem pagar uma ida à urgência ou, pior ainda, voltar na próxima consulta de acompanhamento. A esta inultrapassável barreira, junta-se agora a desconfiança de que, batendo-nos o azar duma doença que requeira medicamentos caros, o Serviço Nacional de Saúde opte, para reduzir o deficit e não faltar no pagamento dos juros aos (amigos) usurários, por um comprimidito mais barato…

 

Os profissionais do SNS tentam resistir às demandas dos gestores “inteligentes” mas não estão a conseguir contrariar a força deste poder instalado.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 16:44

Janeiro 2013
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