A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

30
Nov 10

 

As eleições da Catalunha, no passado Domingo, vieram reavivar a questão dos “nacionalismos” no espaço europeu e, muito particularmente, em Espanha. A vitória da “Convergência e União” (centro-direita) de Artur Mas foi esmagadora e, juntamente com a situação não resolvida da Flandres, volta a colocar o tema na ordem do dia.

Esta é uma questão, entre muitas outras, que os atuais dirigentes da União Europeia não estão a resolver. A cidadania europeia está muito mais distante do que estava há dez ou quinze anos atrás. A maioria dos que estão em Bruxelas, agem em perfeita sintonia com o diretório (França e Alemanha) onde, o que só importa, são os interesses egoístas dessa Europa que, de fato, já deixou de ser a nossa.

Esta Segunda e Terça-Feira, decorreu em Tripoli a Cimeira UE-África, instituição recuperada por Portugal em 2007,durante a presidência portuguesa. Também aqui se viu o pouco interesse que a União Europeia tem demonstrado pelo desenvolvimento das relações e estabelecimento de parcerias com o continente africano, que, não se limite, aos negócios bilaterais entre estados.

 

O polémico líder líbio, Muammar Kadhafi, que não costuma ter “papas na língua”, disse ontem que:

 

“As parcerias económicas combinadas entre os dois continentes na cimeira de Lisboa em 2007, não levaram a nada, acabando por não passarem do papel.”

E ainda disse mais:

 

“Se os europeus não cooperarem com o continente africano, a África vai virar-se para a América Latina, Rússia e China.”

 

A União Europeia não avança de nenhuma maneira. São só planos de austeridade, controlo de deficits dos periféricos e reforço do poder do diretório. Quanto a desenvolvimento e investimento integrado, implementação de políticas comuns de recuperação do emprego, nada!

 

“A esperança é a última a morrer”, mas, desta maneira, o fim, nem nos vai dar tempo de ter esperança!

 

SBF

publicado por voltadoduche às 16:10

29
Nov 10

 

O que aconteceu a 29 de Novembro de 1807, faz hoje 203 anos, iria condicionar a vida portuguesa pelo século XX fora e, muito provavelmente, alguns dos problemas nos nossos dias, já no século XXI, ainda serão herança desse esvaziar do tesouro nacional.

Há já mais de meio século que tinha acabado o efémero período de faustosa riqueza que o ouro do Brasil tinha proporcionado aos poderosos deste País, como é exemplo o Real Convento de Mafra mandado construir por D. João V. Em 1807, 52 anos depois do terrível acontecimento nacional que foi o terramoto de 1755, Portugal vivia num limbo pobretanas em que só o edificado e as aparências douradas da coroa, destoavam da miséria abundante que se espalhava pelas cidades e pela ruralidade.

Até este dia ventoso de Novembro, o poder era exercido no meio dos disparates proferidos por uma Rainha louca, D. Maria I, por um Príncipe Regente que viria a ser D. João VI, a Consorte D. Carlota Joaquina que, diziam as más (e boas) línguas, encornava o marido a torto e a direito, e, fora do âmbito familiar, pelo domínio militar Inglês muito reforçado pela fúria conquistadora de Napoleão Bonaparte.

O Imperador francês exigia que Portugal encerrasse os portos aos ingleses, D. João dizia “nim” conseguindo enganar durante algum tempo Napoleão, e, no âmbito da aliança Anglo-Portuguesa, ou a seu pretexto, uma armada Inglesa se instalou ao longo da costa e, em Terra, muita infantaria e artilharia se aquartelou.

Foi com o Reino nesta situação e sem ceder às pretensões francesas, que o Imperador, depois de ter posto no “bolso” a grande Espanha, se decidiu pela invasão do minúsculo território de Portugal. Mandou 30 mil homens comandados por Junot, e, na manhã de 29 de Novembro, estava a duas léguas de Lisboa.

 

«As forças de Junot aproximavam-se de fato muito rapidamente da capital, mas continuava a soprar um vento adverso que mantinha a frota ancorada. Os navios portugueses, agora perigosamente sobrelotados, balançavam para um lado e para o outro. Um medo indizível espalhava-se pelo convés das embarcações – o da possibilidade muito real de serem apanhados no porto pelos franceses.»(1)

 

Mas não, isso não aconteceu e…

 

«Na manhã de 29 de Novembro o vento mudou. Às sete da manhã foi dada ordem para levantar âncora. Parara de chover e, com céu limpo, os navios, balanceando, desceram o Tejo até à barra.» (2)

 

E partiram Atlântico abaixo em direção ao Brasil, donde só voltariam 14 anos depois.

 

Para trás ficou um País abandonado, despojado das suas riquezas, descapitalizado e entregue à sua sorte, neste caso, aos franceses e ingleses e, no cais e nas suas proximidades, um rasto de destroços e restos da bagagem real como se de lixeira se tratasse. A biblioteca real da Ajuda composta por sessenta mil volumes ficou espalhada pela lama, caixotes e caixotes de documentos, mapas e outros livros, alguns deles, edições únicas e datados da época das descobertas, coches luxuosos vazios mas alguns ainda cheios de recheios retirados dos palácios.

Claro que, a maior parte das riquezas, incluindo o “Tesouro Real”, com pelo menos metade da moeda em circulação e todo o espólio de diamantes e ouro, não ficaram para trás e viajaram até ao Brasil.

 

Desde este dia, Portugal não voltou a recompor-se mas isso é outra história.

 

SBF

 

(Notas: (1) e (2) Extraído do livro “Império à Deriva” de Patrick Wilchen. Edição da “Civilização”)

(Gravura: Partida da Frota Real. – Wikipédia)


28
Nov 10

O “Banco Alimentar Contra a Fome” é uma instituição credível e os portugueses correspondem sempre com confiança à sua solicitação.

Reparei, ontem e também hoje, no super-mercado onde costume ir, que são muito poucos os clientes que, depois da passagem pela caixa, não deixam o seu contributo com os voluntários do “Banco Alimentar”.

 

Tenho a certeza que muitas destas pessoas, também estarão a sentir as suas dificuldades mas sabem que outras estão muito pior e, mesmo pouco, não deixam aumentar esta cadeira de solidariedade que aumenta sempre, apesar da crise instalada.

 

Durante o dia de ontem, os portugueses deram mais cem toneladas de alimentos do que no dia equivalente do ano passado.

O “Banco Alimentar” tem vários armazéns espalhados pelo País, fornecendo outras 1800 instituições que, por sua vez, distribuem ajuda por quase 300 mil pessoas carenciadas.

Dá a cara (e o trabalho) completamente voluntária pelo “Banco Alimentar”, Isabel Jonet.

SBF

publicado por voltadoduche às 16:26

 

Quando já estavam perto do quartel, João disse ao amigo para ir mais devagar na aproximação. No início da reta que dá acesso à Porta-de-Armas, aperceberam-se que havia muita gente no largo fronteiro ao portão….

O parou a alguma distância da confusão e o João saiu do carro despedindo-se do amigo com um abraço e dirigindo-se ao portão da Unidade… Dentro do quartel, João correu para a camarata fardou-se num minuto e…

Quando saía da CCS, já vinha o seu amigo Cruz ao encontro dele que, em trinta segundos, fez o ponto da situação e lhe disse que estava a contar com ele para a brigada de ronda que tinha sido encarregado de constituir…

O Furriel Cruz, no decorrer da ronda, foi passando toda a informação que considerava essencial e, relativamente à situação no quartel, disse ao João que era pacífica mas, a gestão mista entre os do quadro pelo novo Comando e os Milicianos pelo Comando antigo, causava alguns constrangimentos que estavam a ser difíceis de ultrapassar….

O turno da ronda era até às 2h da madrugada de 26 de Novembro e, de volta ao quartel e com a papelada toda preenchida, o Cruz e o João já tinham à espera o Vilaça e o Mata para irem ter com o “Chefe”Albertino à cozinha. À espera deles lá estavam umas febras na brasa e vinho verde que o Vilaça todas as semanas trazia da terra, lá para os lados de Guimarães….

No meio das febras e do “trotil”, foram fazendo o ponto da situação sobre as ações desencadeadas pelo Regimento de Comandos nos quartéis que eles designavam de rebeldes….

Todos sabiam que, não aceitando o novo Comandante, a Unidade estava na mesma linha de ataque do Regimento de Comandos….

A Comissão já tinha combinado uma Assembleia para as cinco da tarde e, para evitar confrontos quando os Comandos chegassem à Unidade, iam propor a entrega de todas as armas que estivessem com Milicianos, nas respectivas arrecadações. Todos acharam bem e combinaram mobilizar toda a gente para concretizarem esta proposta da Comissão.

 

(Continua)

(Partes do texto “25 de Novembro do Ano do PREC” de Silvestre Félix)

(Baseado na realidade com nomes e situações ficcionadas)

SBF

publicado por voltadoduche às 12:55

27
Nov 10

A fronteira marítima, entre a Coreia do Sul e a do Norte, traçada pelas Nações Unidas em 1953, nunca foi reconhecida pelas autoridades de Pyongyang. Para além de todo o resto, este fato, tem sido motivo para que as escaramuças se tenham sucedido ao longo destes 57 anos.

 

Independentemente das razões que cada parte reivindica, e de nenhuma delas justificar o uso da força, parece-me de manifesto descuido, ou provocação intentada, que os militares Sul-Coreanos e Americanos decidam, mais uma vez, efetuar exercícios navais no Mar Amarelo.

 

Esperemos que os “descuidos” não tenham um preço demasiado alto.

 

SBF

publicado por voltadoduche às 17:01

26
Nov 10

 

RUA 1º DE DEZEMBRO

 

À hora X, no Café Portugal

à mesa Z, é sempre a mesma cena:

uma toupeira ergue a mãozinha e acena…

Dois picapaus querelam, muito entusiasmados:

Que a dita dura dura que não dura a dita dita dura – dura desdita!

Um pássaro cantor diz que isto assim é pena

e um senhor avestruz engole ovos estrelados

 

Mário Cesariny, Nobilíssima Visão – 1959

 

Mário Cesariny teria hoje 87 anos. Morreu neste dia 26 de Novembro de 2006. Pintor e poeta, era considerado “O surrealista” português, e, fazendo jus ao título, em tudo o que opinava, quer fosse na arte, na história, na antologia ou simplesmente no seu dia-a-dia, era sempre polémico.

 

O seu trabalho, nas duas vertentes, é vasto mas sem retorno financeiro. Só a partir dos anos 80, quando é reeditada a sua obra poética, readquire o equilíbrio orçamental e, quando morre, consegue deixar em testamento um milhão de euros à Casa Pia. Ainda em vida, entregou graciosamente todo o seu espólio à “Fundação Cupertino de Miranda”.

 

SBF

(Imagem: Wikipédia)

publicado por voltadoduche às 17:08

…Era uma das poucas coisas boas que ali encontrava, o “Chefe” Cabo Albertino, e os seus petiscos. Aliás, o Albertino viria a ser um dos milicianos companheiro de viagem de João, na caixa duma “Berliere”, na madrugada de 26 para 27 de Novembro, que foram distribuir pelas residências dos que moravam perto, e pela Estação de Santa Apolónia, para os que iam de comboio para casa com o “passaporte” na mão. …

…Para João não havia dúvida. Embora, do ponto de vista político, estivesse na área da chamada esquerda revolucionária, ou melhor, do PS para a esquerda, e, neste caso, contrário ao “Grupo dos Nove”, para ele o mais importante era a hipótese de se ver livre da tropa, portanto, a sua escolha, como para a quase totalidade dos milicianos, era a disponibilidade, passagem à “peluda” como se dizia então. …

…Há uns dias que a Comissão de Unidade tinha elaborado uma escala de saídas do quartel, para se saber exatamente o que se estava a passar no País real. Começava a haver pouca confiança na informação que chegava via televisão e rádio, e, dentro do quartel, era a única que havia. …

…Tinha chegado o dia de João sair para o exterior. No dia seguinte, 25 de Novembro, 3ª Feira, ano do PREC, ainda não eram 9h quando transpôs a “Porta-de-Armas” sob o olhar protetor do Primeiro-Sargento Alves. Uma dúzia de passos andados já na rua, olhou para trás, contemplou aquele grande portão verde e, decidido, encaminhou-se para a estação …

…Pouco depois de João ter saído do quartel como estava previsto, ouve-se o toque para a formatura geral. …

…de frente para a formatura na parada…

…Botou discurso o novo Comandante mais uma vez, dizendo que lamentava a decisão da Assembleia, que ainda havia tempo para pensarem melhor mas, se for realmente essa a vontade, tudo fará para que a transição corra sem problemas. Quanto ao regresso do antigo Comandante, não é negociável e está fora de questão qualquer cedência nesse sentido. …

João Marques passou todo o dia em Lisboa, a maior parte com colegas de trabalho e, ao fim do dia, rumou a casa onde aproveitaria para matar saudades da família e dos amigos e preparar roupa, porque a prevenção continuava e não sabia quando poderia voltar a casa. Tinha consigo três ou quatro jornais e toda a informação atualizada que conseguiu obter. …

…A televisão, a um dos cantos da sala, transmitia notícias e, naquela altura, falava o Capitão do MFA, Duran Clemente e era nisso que João estava interessado.

De repente, o Capitão, interrompe o que estava a dizer, começa a olhar para cima e para os lados, a imagem desaparece e é substituída pela escuridão completa do ecrã. Momentos depois, volta a surgir som e imagem mas, o que o João via, não era o Capitão Clemente mas sim, o exterior dos estúdios da RTP do Porto no Monte da Virgem. Uma voz off anuncia de seguida uma comunicação de Sua Exa o Presidente da República: O General Costa Gomes anunciava o decreto da declaração de “Estado de Sítio” com recolher obrigatório durante a noite. …

…os pensamentos de João sucediam-se… e o que mais o atormentava era a ideia de que teria havido um golpe militar de direita e tudo ia voltar para trás: A guerra, a PIDE, a censura e a tortura iam voltar… tudo se tinha perdido. E foi neste turbilhão, sem fazer ideia do que estava a acontecer na sua Unidade e dos riscos que corria, que, voando, chegou ao café onde costumavam parar os amigos. O Zé Silva, que tinha acabado de ver na televisão o mesmo e como se estivesse à espera dele, quase sem perguntas, meteu-o no seu carro e acelerou até ao quartel. …

…durante o trajeto, os dois amigos foram conversando mas a ansiedade de João sobreponha-se a tudo… o que me irá acontecer quando lá chegar? Vão prender-me com certeza! Pensava o João em voz alta.

 

SBF

 

(Partes do escrito “25 de Novembro do Ano do PREC” de Silvestre Félix)

(Baseado na realidade, com nomes e situações ficcionadas)

publicado por voltadoduche às 15:12

25
Nov 10

 

 

Que farda terá ela levado hoje para a reunião do Diretório da União (??) Europeia? Amarela, vermelha, verde, azul, roxa ou cinzenta?

 

Que declarações bombásticas irão fazer aos jornalistas no final do encontro?

 

Serão decerto a jeito para ajudar a afundar mais os periféricos. Não dirão publicamente (por enquanto), mas pensam a toda a hora que é preciso limpar o “Marco”, aliás, o “Euro”, para que a Europa deles possa progredir.

 

Se estiverem em pé quando responderem às perguntas dos jornalistas, é muito importante que não se esqueçam de pôr o estrado de altura, para que o da França não se sinta inferior.

 

Tanto Mar à nossa frente…

 

Do ponto de vista económico e financeiro, o Diretório da UE, tem “mandado” fazer exatamente o contrário que Obama tem feito nos USA. Pelos resultados conhecidos, e que estamos a sentir na pele, parece-me não haver muitas dúvidas quem está a fazer bem.

 

SBF

publicado por voltadoduche às 16:14

 

Saiu do quartel com mais dois colegas numa “Mercedes benz” de caixa aberta ainda não eram 8h. Era a sua vez de ir à manutenção buscar os mantimentos do dia.

Quando regressou, uma hora depois, o pessoal de serviço não era o mesmo e estranhou. A formatura era só às 10h porque é que mudaram mais cedo? Ainda estranhou mais quando olhou com mais atenção e reparou que não havia milicianos com braçadeira, estavam todas mas “mangas” de sargentos e até o oficial de dia era do quadro.

João estava escalado para entrar de serviço às 10h mas, numa consulta rápida, logo viu que já não constava. Melhor assim, pelo menos podia dormir descansado à noite.

Por volta das 9h30, ouviu-se o toque para formatura geral. Cinco minutos depois o quartel estava todo na parada em formatura. Correspondendo aos comentários que já tinha ouvido, João viu sair do edifício do comando um Tenente-Coronel com a farda cinzenta, ladeado pelo Major, antigo Segundo-Comandante e um Capitão também antigo.

Estava percebido que o nosso (antigo) Comandante, já era. João Marques, conversando com os seus botões, tentava perceber se seria melhor ou pior. Para ele, tudo o que correspondesse a mais militarismo, era mau. Rapidamente as suas dúvidas foram esclarecidas pelo discurso do novo Comandante.

Apresentou-se como novo Comandante da Unidade nomeado pelo Estado Maior por indicação do "Grupo dos Nove". Pediu a nossa adesão à nova ordem e prometeu tratamento adequado à situação. Justificou a substituição do anterior Comandante por ele não querer aderir à nova cadeia de Comando. Aplicou-se com um discurso de moral militarista, dando como exemplo a seguir e traçando-lhe rasgados elogios, o Regimento de Comandos que, como se sabia, era a ponta de lança do “Grupo dos Nove” e adversário primário dos “páras” e do COPCON.

Continuou, sublinhando o carácter definitivo das decisões tomadas que vão no sentido de melhorar a vida na Unidade. Afirmou ainda que o novo Comando ia impor as suas regras, ficando no entanto, para saber, até ao dia seguinte à mesma hora (25 de Novembro), se as aceitamos ou não. Se sim, tudo normal e a vida continua, se não aderíssemos, ou relativamente a quem não aderisse, que se comprometia a tratar rapidamente da passagem à disponibilidade sem aplicação de qualquer penalização ou castigo.

Esta “zona” do discurso agradou ao João.Passagem à disponibilidade!”

Difícil de acreditar assim, com tanta facilidade mas, havendo essa possibilidade, é a que mais interessa a João.

 

SBF

(Texto extraído do escrito “25 de Novembro do ano do PREC” de Silvestre Félix)

(Baseado na realidade, com nomes e algumas situações ficcionadas)

publicado por voltadoduche às 15:13

 

Não é coisa pouca!

 

A telenovela da TVI “Meu Amor”, que havia sido nomeada para um Emmy, acabou por ganhar o importante prémio Norte-Americano que, está para as televisões, como os Óscares estão para o cinema.

 

Quer se goste ou não do género, a ficção da televisão portuguesa está de parabéns e merece todos os elogios. A TVI, que já tinha alguma experiência em exportação de ficção, vai com certeza reforçar esta vertente com esta vitória.

 

Alguns dos responsáveis pelo êxito são: O autor António Barreira, o produtor José Rêtre, a Direção da TVI e as atrizes Rita Pereira, Margarida Marinho, Alexandra Lencastre, o ator Paulo Pires, etc., etc.

 

SBF

 

(Foto e Link: DN Online)

publicado por voltadoduche às 01:14

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