A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

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Out 11

Tudo se vai resumindo à força do dinheiro. Quando não se autosustenta, ou seja, quando não dá lucro, é inviável ou, se já existe, extingue-se, funde-se, integra-se ou utiliza-se outras expressões que vão dar ao mesmo.

 

Não há mais nada para além da dívida e da redução do deficit, mesmo que isso represente o caminho para o desastre.

 

Há palavras, expressões ou frases que, alguns, se pudessem, apagavam dos nossos dicionários. A mais flagrante – A CULTURA!

 

Não consigo entender como, duma penada, querem pôr os nossos museus a dar lucro como se fossem balcões a venderem sumos naturais ou farturas quentinhas e bastante óleo da fritura.

 

A nossa sociedade e os nossos valores estão completamente submetidos ao poder do capital que nunca olha a meios para atingir os seus fins. O “polvo” está a despojar-nos de tudo o que, embora devagarinho, nos aproximava dum povo culto. É tudo o que eles não querem. Quanto menos cultura, mais fácil é para levarem a deles avante.

 

Será que a cobrança de entradas nos museus aos Domingos vai resolver o problema da dívida?

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:34

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