A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

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Jul 11

Não simpatizo com o estilo e tenho dificuldade em acompanhar a lentidão do discurso professoral do novo Ministro das Finanças. Em aparente contradição com o que acabo de escrever, quer-me parecer que transmite segurança e é muito claro nas explicações. Não deixa pretexto para dúvidas e, em prejuízo da minha “reserva” auditiva, fico-me pelos aspetos positivos que é o que mais importa.

 

Quando vejo um militar ser condecorado e, ainda pior, quando dou conta duma farda militar cheia de medalhas penduradas, fico mal disposto e vem ao de cima toda a carga anti-militarista que transporto desde sempre.

 

Os alemães continuam a insultar os outros europeus com a facilidade com que se come um pão com manteiga. E são sempre uns tipos que usam os altos cargos que têm para vomitarem o seu germânico ódio sobre, principalmente, os do Sul da Europa incluindo os portugueses.

 

Mário Soares diz, mais uma vez, «que é amigo dos dois candidatos a líder do PS, e que não devem irritar-se em público.» Está tudo muito certo mas já o vimos irritar-se e zangar-se com correligionários seus sendo que, não é garantido, que a culpa não tivesse sido dele. Tenho a certeza que, por suposição, fosse Mário Soares um dos candidatos e outro dissesse em direto na TV que tinha conseguido um resultado melhor que o dele nas últimas eleições, quando do que se tratava era disputa entre partidos e não entre distritais do PS, Mário Soares se irritaria e não deixaria sem resposta quem estivesse à sua frente. Foi o que Assis fez, quanto a mim com excessiva calma, mas não podia deixar de o fazer mesmo estando sentado à frente de um camarada de partido que tinha acabado de o provocar e achincalhar.   

 

Assunção Cristas começa bem e acaba de iniciar uma nova “escola” – a dispensa de uso de gravata durante o verão. As razões são muitas, desde as ambientais, poupança, até ao simples conforto. É uma medida corajosa porque rompe tradições e tem um grande peso simbólico.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 22:33

Mas que grande sacristão.
Quanto à Assunção Cristas acho ridícula a poupança. Só prova que não sabe nada de física, nem de energia. Nem se preocupou em pedir conselhos a alguém.
Não seria mais útil começar a pensar no modelo de floresta para Portugal, no problema da divisão e abandono da propriedade rural? Quantas gravatas valeria uma única árvore?
Ora "batatas" para a Ministra.
eu-calipto a 15 de Julho de 2011 às 22:57

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