A volta das voltas. Chegamos, partimos e lá voltamos sempre!

09
Mai 11

São os analistas que o afirmam, o PSD, com este programa de governo apresentado ontem, ultrapassa o CDS pela direita. Parece não restar dúvidas que Pedro Passos Coelho opta mesmo por uma política claramente liberal.

 

Neste sentido, e no que respeita à diminuição da intervenção do Estado nas vertentes; social, saúde e educação, é uma rotura com a tradição da democracia portuguesa transversal a todos os partidos. É legítimo para qualquer partido e também para o PSD propor mudanças mais profundas ao seu eleitorado. Para escolher é que existem eleições. Se os portugueses votarem maioritariamente PSD estão a avalisar as suas propostas e compete-lhes governarem a legislatura em conformidade.

 

A proposta de redução da Taxa Social Única (TSU), desejável em qualquer tempo, pode vir a alterar o equilíbrio da S. Social. Não me parece ser intenção compensar a quebra de receita com taxas cobradas através de outros impostos, por exemplo, no IVA.

 

Ao mesmo tempo que é feita a apresentação deste programa, o líder do PSD afirma (mais ou menos):

«Precisa duma maioria clara (absoluta) porque não quer governar com “paus-de-cabeleira”».

Vamos ver se não vai ter que pedir “batatinhas” a algum “pau-de-cabeleira».

Não só, roça o insulto como dificulta eventual necessidade de diálogo depois de 5 de Junho.

 

Hoje, às 10h45m da manhã, Catroga diz que concorda com o aumento do IVA da “cereja”.

Ao princípio da tarde, diz que, afinal, concorda com aumento do IVA mas é do vinho.

 

A continuarem com este tipo de “gafes” a “conta-gotas”, descredibilizam as suas intenções.

 

Cada vez se torna mais difícil que o fecho das urnas no final do próximo dia 5 de Junho resulte numa maioria confortável e credível.

 

Silvestre Félix

publicado por voltadoduche às 17:10

O diálogo não pode existir a uma só voz.O discurso visa aquele que escuta, ou seja todos aqueles que sem razão de discórdia não revelarão interesse ou um despertar para o assunto em questão.Fazer orelhas moucas é passar ao lado e ignorar o interprete que quer ser escutado.Importa assim criar vias de desassossego que incite o ouvinte a participar numa espécie de faena de boa «lide».Não é aquilo que vai ser feito que está em causa mas sim despertar para o presente, para o orador,e o fenómeno chocante é o melhor meio para atingir este fim.Diga-se em verdade que outra coisa não sabem fazer.
um abraço.
vitalux a 9 de Maio de 2011 às 18:04

É isso cluz, só se ouvem a eles próprios!
Obrigado
Sil Félix

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